Classe C compra mais pela internet

Segundo Ibope Media, este consumidor preza pela publicidade e confia em celebridades

Anunciar em redes sociais pode ser uma estratégia de marketing para os anunciantes que desejam se comunicar com a classe C. Este público está cada vez mais conectado à internet e o fato de 66,7% terem cartão de crédito próprio ou de alguém próximo, facilita a compra virtual.

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Twitter via fax

Não ter acesso a algum computador (em casa, no trabalho, na lan house) não significa ficar de fora da internet. Nos Estados Unidos, uma empresa oferece um serviço que permite até tuitar via fax. A pessoa escreve a mensagem de 140 caracteres em um papel, transmite isso para uma central, que posta no perfil do Twitter. Para saber o que as pessoas que você segue estão tuitando, atualizações diárias são enviadas, via fax.


Confira no vídeo abaixo como uma vovó de 87 anos aproveita o serviço da Celery:

O mesmo procedimento serve para quem quiser participar do Facebook via fax. A “tecnologia” também garante enviar e receber e-mails, até com arquivos anexados. Por exemplo, você quer mandar uma carta com uma foto junto. Passa tudo isso no aparelho da Celery. A carta, escrita à mão, e a imagem são transmitidas e chegam à caixa de e-mail do destinatário. No caminho inverso, o assinante do serviço recebe os e-mails e arquivos impressos (preto e branco ou colorido).

Já ouviu falar em s-commerce, s-business, CRM social?

Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business

“O poder das pessoas reunidas em comunidades, trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de hoje”, defende o professor de marketing e de arena digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner. Ele é um defensor do s-commerce (social commerce). O termo pode ser traduzido por uma extensão do que se convencionou chamar de e-commerce, só que agora turbinado com as redes sociais.

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Morte ao Internet Explorer 6

Atualize seu navegador
Campanha para eliminar browsers antigos do mercado

Desenvolvedores ainda perdem muito em produtividade devido a navegadores desatualizados, sem suporte às funcionalidades e tecnologias atuais para alcançar seus clientes, limitando soluções e criando dores de cabeça desnecessárias.

O Internet Explorer 6.0 (lançado em 2001) ainda participa de 34% do mercado de navegadores*. É um browser que não acompanha o estágio atual da Internet, possui falhas de segurança e limita todo o potencial de uma Internet melhor para todos nós.

Esta campanha é uma iniciativa para excluir navegadores desatualizados do mapa da internet do Brasil. Basta inserir o código abaixo em todos os seus sites e de seus clientes. Desta forma, para todo usuário que acessá-los utilizando navegadores desatualizados, será exibida uma barra simples, sem marcas, orientando o usuário a atualizar o seu navegador e falando da importância desta atitude. Mais segurança para o usuário, mais liberdade aos desenvolvedores.

* Fonte: http://www.thecounter.com/stats/2009/January/browser.php

Cole o código na sua página
Lembre-se que a barra só é exibida para navegadores antigos.

Como descobrir se a sua imagem profissional na internet é positiva ou se queima o filme

O que pessoas estão dizendo sobre mim na internet? Para matar a dúvida, o desenvolvedor de software Eduardo Menoncello, de 29 anos, configura a ferramenta Google Alerts para enviar por e-mail todas as informações referentes ao seu nome. Há pouco tempo, ele se surpreendeu com a citação do seu nome na página principal da comunidade de desenvolvedores da Microsoft. “Foi uma boa surpresa. Todos devemos checar a reputação online regularmente, principalmente para protegê-la”, diz. Menoncello mantém dois blogs para discutir assuntos profissionais, o sucessoativo.com.br e o pensando.net. “Isso me traz bons contatos e já rendeu até propostas de emprego.”

Menocello: alertas por e-mail quando seu nome é citado na web

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O tamanho da internet

Excelente vídeo produzido pela JESS3 ilustrando os números da internet, como por exemplo: 126 milhões de blogs existentes no mundo e 260 bilhões de páginas que são visualizadas todo mês no Facebook.

Google Buzz promete acompanhar as redes sociais

O Google anunciou na tarde desta terça-feira (9) o Google Buzz, uma atualização do Gmail que incorpora funções de compartilhamento de fotos e vídeos, além de status, tornando o serviço da gigante de busca mais parecido com redes sociais, como Facebook e Twitter.

gmail

Apresentado como “uma nova forma de compartilhar e se comunicar”, o Google Buzz estará disponível a todos os usuários do Gmail “nos próximos dias” de acordo com a companhia.

Os usuários poderão controlar que tipo de informação querem tornar pública ou privada (apenas para família e amigos mais próximos, por exemplo). Além disso, o Google demonstrou novas funcionalidades que vão permitir usar o Google Buzz em celulares, podendo o usuário inclusive informar a sua localização através da integração com o Google Maps.
gbuzz

Clique e confira o site oficial

Parrot AR.Drone o helicóptero controlado pelo iPhone/iTouch

A Parrot apresenta nesta semana na CES 2010, em Las Vegas, o AR.Drone, um helicóptero (na verdade, um quadrotor) controlado pelo iPhone/iPod touch via Wi-Fi. O movimento, claro, é todo feito pelo acelerômetro + toque.


Via MacMagazine

Twitter ajuda Dell a vender US$ 800 mil no Brasil

twitter_dellA Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter no Brasil movimentaram cerca de US$ 800 mil. De acordo com o Zumo Notícias, a conta @DellnoBrasil (19 mil seguidores) se destaca nos resultados financeiros em relação a versão canadense (@DellHomeSalesCA), que obteve receitas de US$ 150 mil.

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Internet brasileira sobe. Jornais dos EUA caem.

O mundo da comunicação está mudando muito rapidamente, indicando caminhos opostos para a velha mídia de papel e a nova mídia eletrônica, uma caindo e a outra subindo, como numa gangorra.

Cheguei a esta conclusão, que nada tem de nova ou original, eu sei, mas se torna cada vez mais gritante, depois de ler dois textos na manhã desta quinta-feira em publicações diferentes, a Folha de S. Paulo (no papel) e o boletim semanal Jornalistas&Cia (no site).

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