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	<title>Blog Signativa - Design e Tecnologia &#187; André Martins</title>
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	<description>Blog da empresa de tecnologia Signativa</description>
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		<title>Classe C compra mais pela internet</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 22:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo Ibope Media, este consumidor preza pela  publicidade e confia em celebridades
Anunciar em redes sociais pode ser uma estratégia de  marketing para os anunciantes que desejam se comunicar com a classe C.  Este público está cada vez mais conectado à internet e o fato de 66,7%  terem cartão de crédito próprio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-746" href="http://www.signativa.com.br/blog/2010/05/06/classe-c-compra-mais-pela-internet/compra-internet/"><img class="alignright size-medium wp-image-746" title="compra-internet" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/compra-internet-300x225.jpg" alt="" width="180" height="135" /></a>Segundo Ibope Media, este consumidor preza pela  publicidade e confia em celebridades</strong></p>
<p>Anunciar em <strong>redes sociais</strong> pode ser uma estratégia de  marketing para os anunciantes que desejam se comunicar com a classe C.  Este público está cada vez mais conectado à internet e o fato de <strong>66,7%  terem cartão de crédito</strong> próprio ou de alguém próximo, facilita a compra  virtual.</p>
<p><span id="more-745"></span>“Dois terços das pessoas que acessam a internet têm  disponibilidade de uso de cartão de crédito pessoal ou da família. Isso  pode ser a porta de entrada a ser explorada no comércio eletrônico”,  disse Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do Ibope Media, durante  sua apresentação nesta tarde (06/05/2010) no E-commerce Summit, em São Paulo.</p>
<p>A relação entre compras online e comerciais de TV é um comportamento  comum entre o consumidor classe C e por isso, a <strong>comunicação integrada  seja mais eficaz</strong>. O uso de celebridades nas campanhas é outro fator que  chama a atenção dessas pessoas. “A classe C confia muito na propaganda e  por isso ela tem que ser bem feita. Além disso, eles também confiam nas  celebridades. Isso tende a levar o consumidor da classe C a ir com mais  facilidade para dentro da loja”, observou Crivellaro.</p>
<p>Hoje o Brasil possui 67 milhões de pessoas conectadas à internet e o  País lidera o ranking dos países que mais tempo passam online: 45 horas e  43 minutos, ficando a frente de Reino Unido, Estados Unidos e França.</p>
<p><strong>por Maria Fernanda Malozzi<br />
Propmark</strong></p>
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		<title>Já ouviu falar em s-commerce, s-business, CRM social?</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/03/31/ja-ouviu-falar-em-s-commerce-e-s-business/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 15:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar  rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business
&#8220;O poder das pessoas reunidas em comunidades,  trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai  modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de  hoje&#8221;, defende o professor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar  rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business</em></p>
<p>&#8220;O poder das pessoas reunidas em comunidades,  trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai  modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de  hoje&#8221;, defende o professor de marketing e de arena digital da Escola  Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner. Ele é um  defensor do s-commerce (social commerce). O termo pode ser traduzido por  uma extensão do que se convencionou chamar de e-commerce, só que agora  turbinado com as redes sociais.</p>
<p><span id="more-731"></span>Se alguém disser que as redes sociais vieram pra  ficar, não acredite. O verbo ficar talvez não seja o mais adequado para  as novas plataformas de relacionamento e troca de informações. Isto  porque elas já começam a ser pensadas para objetivos maiores e mais  complexos dos negócios das empresas, muito além das ações de promoção e  propaganda. Talvez, o mais adequado seja dizer que as redes sociais  vieram para abalar.</p>
<p>Um exemplo recente é o Nike Plus, um tênis feito para quem gosta de  praticar corrida. O calçado traz um chip embutido que recolhe dados  sobre a atividade esportiva, armazena tudo em um iPod e envia as  informações para o site da comunidade que tem mais de um milhão de  corredores ao redor do mundo. Também divulga as listas de música  (playlists). O iPod conectado ao tênis percebe, por meio de um sensor, o  ritmo da corrida e pode sugerir uma trilha sonora. Há listas pra tudo.  Músicas pra animar na subida, pra relaxar ao ar livre, rock pesado pra  queimar mais calorias etc.</p>
<p>A mania das playlists favorece a loja virtual de música da Apple, a  iTunes. Do lado da Nike, o entusiasmo da comunidade incentiva pessoas a  calçarem o tênis e a correr.<strong> &#8220;Isto é apenas o começo de um s-commerce.  Outras oportunidades poderiam sair da interação destas empresas com seus  consumidores&#8221;</strong>, argumenta Tafner. As possibilidades são muitas: CDs  específicos para cada tipo de corrida, lançamentos exclusivos de  artistas, shows, entre outros.</p>
<p>A etapa futura do<strong> s-commerce depende de as empresas entenderem o que os  consumidores gostariam de comprar</strong>. Elas precisam saber lidar com o  manancial de informações da comunidade e integrar isso em seus  processos. Detectar qual opinião ou comportamento tem chance de se  tornar uma nova estratégia de negócios é outro braço do social business.  <strong>&#8220;Já temos condições de evoluir no CRM social&#8221;</strong>, defende o gerente de  estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fabio Cipriani.</p>
<p>A integração do CRM com as redes sociais também tem dominado fóruns de  discussões sobre o novo modelo de negócios. Certas de que o cenário é  promissor, empresas como Oracle, SAP, Salesforce, Microsoft e uma dezena  de startups já desenvolvem produtos específicos para este fim.<strong> &#8220;Já  conhecemos o potencial disto nas ações de marketing. O próximo passo é  levar esta interação para outros processos de negócio&#8221;</strong>, propõe Cipriani.</p>
<p>No CRM social, a gestão do cliente se transforma na gestão da relação  cliente-empresa; tudo é pensado como uma estratégia horizontal que leva  ao lucro. Qualquer processo que envolva o cliente e tenha este objetivo  final pode ser apoiado por uma rede social. &#8220;Quem trabalha com dados  transacionais passará a lidar com dados conversasionais&#8221;, explica o  consultor, com o apoio de um neologismo para lá de apropriado.</p>
<h2><strong>Inovação social</strong></h2>
<p>Porém, o suprassumo do s-business &#8211; a inovação aberta &#8211; ainda é pouco  conhecido. São teorias que expostas primeiramente em 2003 no livro Open  Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from  Technology, do professor da Universidade de Berkeley, Henry Chesbrough. A  ideia é simples, mas a prática é complexa. O termo opõe-se ao conhecido  modelo de inovação fechada, que conta com laboratórios isolados e  técnicos caros. Em substituição, seriam usados clientes, parceiros de  negócio e quem mais estiver disposto a colaborar para aprimorar o  negócio. &#8220;As redes sociais têm o papel importante de fazer a ponte entre  a necessidade de inovação da empresa e as comunidades dispostas a  colaborar&#8221;, comenta o professor de inovação da Fundação Dom Cabral,  Carlos Arruda.</p>
<p>Já existem exemplos. O Fiat Mio foi construído com ideias enviadas por  milhares de pessoas ao redor do mundo por meio do portal  http://www.fiatmio.cc. A cafeteria Starbucks mantém o site My Starbucks  Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do  McDonald&#8221;s. Há outros casos, e todos devidamente apoiados por uma rede  social aberta ou privada. <strong>&#8220;São grandes empresas, mas a inovação aberta é  perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo&#8221;</strong>,  acrescenta Arruda.</p>
<p>Basta um pouco de pesquisa e algumas conversas para ver que o &#8220;s&#8221; está  realmente migrando para dentro do negócio. É bem provável que ele seja  mais uma evolução do que uma revolução. Porém, não há como esquecer que,  quando o conceito de e-business surgiu, ele também não foi compreendido  na sua totalidade. Hoje, não há empresa que não tenha ao menos um  processo e-alguma-coisa. E, juntando estes casos e opiniões aqui e ali, é  bem provável que estejamos migrando para o s-alguma-coisa neste exato  momento. Sua empresa está preparada?</p>
<p><strong>Fonte: Gilberto Pavoni Júnior | Especial para InformationWeek Brasil</strong></p>
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		<title>O tamanho da internet</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/03/01/o-tamanho-da-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 12:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Excelente vídeo produzido pela JESS3 ilustrando os números da internet, como por exemplo: 126 milhões de blogs existentes no mundo e 260 bilhões de páginas que são visualizadas todo mês no Facebook.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente vídeo produzido pela JESS3 ilustrando os números da internet, como por exemplo: 126 milhões de blogs existentes no mundo e 260 bilhões de páginas que são visualizadas todo mês no Facebook.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Twitter ajuda Dell a vender US$ 800 mil no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 14:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter no Brasil movimentaram cerca de US$ 800 mil. De acordo com o Zumo Notícias, a conta @DellnoBrasil (19 mil seguidores) se destaca nos resultados financeiros em relação a versão canadense (@DellHomeSalesCA), que obteve receitas de US$ 150 mil.

Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-700" title="twitter_dell" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/twitter_dell.jpg" alt="twitter_dell" width="259" height="259" />A Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter no Brasil movimentaram cerca de US$ 800 mil. De acordo com o Zumo Notícias, a conta @DellnoBrasil (19 mil seguidores) se destaca nos resultados financeiros em relação a versão canadense (@DellHomeSalesCA), que obteve receitas de US$ 150 mil.</p>
<p><span id="more-699"></span><br />
Ao redor do mundo, o alcance da Dell no Twitter, segundo Lionel Menchaca, blogueiro-chefe da fabricante de PCs nos Estados Unidos, conseguiu receitas de US$ 6,5 milhões. Em junho esse valor era de US$ 3 milhões. A conta de descontos nos Estados Unidos, @DellOutlet, tem 1,5 milhão de seguidores. &#8220;Nesse momento, é apenas uma pequena parte dos mais de 2 bilhões de contatos que temos com clientes de todo o mundo por telefone e e-mail&#8221;, afirmou.</p>
<p>Menchaca diz que a Dell  começou a participar de mídias sociais há três anos com blogs corporativos, páginas no Facebook, Flickr e Twitter.</p>
<p><em><strong> Fonte: Adnews</strong></em></p>
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		<title>Internet brasileira sobe. Jornais dos EUA caem.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 16:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo da comunicação está mudando muito rapidamente, indicando caminhos opostos para a velha mídia de papel e a nova mídia eletrônica, uma caindo e a outra subindo, como numa gangorra.
Cheguei a esta conclusão, que nada tem de nova ou original, eu sei, mas se torna cada vez mais gritante, depois de ler dois textos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo da comunicação está mudando muito rapidamente, indicando caminhos opostos para a velha mídia de papel e a nova mídia eletrônica, uma caindo e a outra subindo, como numa gangorra.</p>
<p>Cheguei a esta conclusão, que nada tem de nova ou original, eu sei, mas se torna cada vez mais gritante, depois de ler dois textos na manhã desta quinta-feira em publicações diferentes, a Folha de S. Paulo (no papel) e o boletim semanal Jornalistas&amp;Cia (no site).</p>
<p><span id="more-696"></span></p>
<p>Neste caso, os números (não as imagens …) falam por si, como os leitores poderão constatar neste post sobre o mercado da imprensa de papel nos Estados Unidos e o da internet no Brasil.</p>
<h2>Edson Rossi: internet brasileira</h2>
<p>No último encontro do ano do programa “Por Dentro da Redação”, promovido por meus amigos do Jornalistas&amp;Cia., Edson Rossi, diretor de conteúdo do portal Terra, apresentou os números mais recentes que demonstram o vigoroso crescimento do mercado de internet no Brasil.</p>
<ul>
<li>Universo de internautas: um terço da população brasileira _ algo em torno de 68,5 milhões de pessoas _ já está conectada na internet, segundo dados do IAB-Brasil.</li>
<li>As maiores audiências: UOL, com 27 milhões de visitantes/mês; iG, com 23 milhões; Terra, com 22 milhões; Globo.com, com 21,7 milhões.</li>
<li>Quem acessa: cada vez mais popular, a internet foi acessada, em 2008, por 39% da classe C (pode chegar a 45% até o final do ano); na AB, foram 76% no ano passado e a previsão para 2009 é bater nos 80%.</li>
<li>Tempo de tela: com 24h48 minutos por mês, o Brasil continua sendo o país que mais acessa internet no mundo, principalmente após a introdução da banda larga, que no ano passado já respondia por 83% das conexões.</li>
<li>Faturamento publicitário: é a mídia que mais cresce no Brasil. Em comparação com 2007, no ano passado houve um crescimento de 44%. Nos primeiros meses de 2009, em relação a igual período de 2008, a verba publicitária investida na web cresceu 22,62%.</li>
<li>Fatia do mercado: apesar deste crescimento nos últimos anos, a verba que cabe ao setor no bolo dos investimentos em publicidade ainda é pequena. Representou apenas 4% dos R$ 987 milhões investidos em 2008 e, até o final deste ano, poderá chegar a 4,2%.</li>
</ul>
<h2>Kenneth Maxwell: imprensa americana</h2>
<p>“Quase todos os grandes jornais dos Estados Unidos passaram por forte declínio em sua circulação paga ao longo dos últimos 12 meses”, informa o colunista Kenneth Maxwell, que escreve todas as quintas-feiras na página 2 da Folha.</p>
<p>A conseqüência mais dramática da queda na circulação é o que ele chama de “colapso na receita publicitária dos jornais’, que, segundo ele, “já se tornou catastrófica”, indicando uma perda de 28% apenas em 2009.</p>
<h2>Os números:</h2>
<ul>
<li>New York Times: queda de 7,3% na circulação</li>
<li>USA Today: queda de 17,1%</li>
<li>Washington Post: queda de 6,4%</li>
<li>Dallas Morning News: queda de 22,2%</li>
<li> San Francisco Chronicle: 25,8%</li>
<li>Star Ledger, de Newark: queda de 22,2%</li>
</ul>
<p>Maxwell registra ainda em seu artigo que, paralelamente à queda de circulação e de receita dos jornais, todas as grandes redes de televisão também sofreram perdas de audiência. “Não é fácil encontrar substituto para estas receitas na internet, que vê acesso crescente, mas na qual poucos jornais desenvolveram métodos seguros de explorar comercialmente o acesso a essa nova fonte de informação”.</p>
<p>Todos nós estamos carecas de saber (alguns mais do que os outros…) que os jovens estão migrando para a nova mídia enquanto os mais idosos resistem bravamente na trincheira da imprensa de papel. Mas não seria justo atribuir apenas ao crescimento da internet a derrocada da velha mídia.</p>
<p>Já escrevi aqui mesmo e repito: assim como o marqueteiro de Bill Clinton lhe dizia “é a economia, estúpido”, para explicar o que decide uma eleição, podemos dizer “é o conteúdo, estúpido” o que vai determinar o sucesso ou o fracasso de qualquer veículo, seja da nova ou da velha mídia.</p>
<p><em><strong>Escrito por: Ricardo Kotscho</strong></em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como as ferramentas da internet podem aumentar as vendas e diminuir os gastos numa pequena ou média empresa</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2009/10/29/como-as-ferramentas-da-internet-podem-aumentar-as-vendas-e-diminuir-os-gastos-numa-pequena-ou-media-empresa/</link>
		<comments>http://www.signativa.com.br/blog/2009/10/29/como-as-ferramentas-da-internet-podem-aumentar-as-vendas-e-diminuir-os-gastos-numa-pequena-ou-media-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:46:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Proveito máximo
Dez empreendedores que encontraram aplicações não escritas em nenhum manual mostram o caminho.&#8220;No começo, qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia&#8221;, disse o escritor inglês Arthur C. Clarke, autor do clássico da ficção científica 2001 &#8212; Uma Odisseia no Espaço. Pois nunca houve tanta mágica à disposição das pequenas e médias empresas. Basta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Proveito máximo</h1>
<div>Dez empreendedores que encontraram aplicações não escritas em nenhum manual mostram o caminho.<img class="aligncenter size-full wp-image-651" title="proveito-maximo" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/proveito-maximo.jpg" alt="proveito-maximo" width="440" height="246" />&#8220;No começo, qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia&#8221;, disse o escritor inglês Arthur C. Clarke, autor do clássico da ficção científica 2001 &#8212; Uma Odisseia no Espaço. Pois nunca houve tanta mágica à disposição das pequenas e médias empresas. Basta uma conexão à internet para colocar blogs, enquetes online, redes sociais e outras tecnologias para trabalhar pelo crescimento de um negócio. Muitas custam pouco ou são de graça &#8211; outra mágica.</div>
<div></div>
<div><span id="more-650"></span></div>
<div>
<p>Para que exatamente elas servem? Como usá-las para aumentar vendas ou cortar custos? Os dez empreendedores desta reportagem encontraram a resposta: a tecnologia tem a utilidade que o homem encontrar para ela. As histórias das próximas páginas têm algo em comum &#8212; em todas, o &#8220;como usar&#8221; não estava escrito no manual. É o caso de Rodolfo Reis, da Inovy, que recorre ao Twitter, aquela ferramenta feita para dizer o que você está fazendo agora, para economizar 30% na conta de telefone. Ou Rodrigo Ferraz, da AZ Empreendimentos, que usa uma enquete online para controlar o abastecimento de cerveja de seu restaurante &#8212; seus custos com estoques já caíram 20%. Que esses e os outros casos contados aqui sirvam de inspiração para que você também coloque a tecnologia a serviço de sua empresa. Como se verá na reportagem, o importante é deixar a imaginação livre. É ela o bilhete para a viagem descrita por Clarke: &#8220;Os limites do possível só podem ser encontrados por quem se aventurar rumo ao impossível&#8221;.</p>
<h3>Abaixo os empreendedores, e <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0021/proveito-maximo-507267.html" target="_blank">neste link</a>, as ferramentas e suas aplicações.</h3>
<h2><em><strong>O cliente faz o produto</strong></em></h2>
<p><strong>Fabio Seixas</strong><br />
<strong>Camiseteria</strong>, confecção, Rio de Janeiro, RJ<br />
<strong>Faturamento:</strong> 1,8 milhão de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta:</strong> Blog<br />
<strong>Uso comum nos negócios:</strong> Manter um canal oficial de interação com os clientes<br />
<strong>O que a Camiseteria faz:</strong> Desenvolve novos produtos com ajuda dos internautas<br />
Resultado: Praticamente não há nenhum encalhe<br />
<em>(1) Previsão para 2009</em></p>
<h2><em><strong>Torpedos para produzir mais</strong></em></h2>
<p><strong>Clóvis Souza</strong><br />
<strong>Giuliana Flores</strong>, floricultura online, São Paulo, SP<br />
<strong>Faturamento: </strong>16 milhões de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta: </strong>SMS<br />
<strong>Uso comum nos negócios: </strong>Enviar malas diretas para oferecer produtos<br />
<strong>O que a Giuliana Flores faz: </strong>Manda um torpedo a quem comprou flores assim que elas são entregues<br />
<strong>Resultado: </strong>A produtividade dos atendentes da central telefônica aumentou 133%<br />
<em>(1) Em 2008</em></p>
<h2><em><strong>Os funcionários gastam menos</strong></em></h2>
<p><strong>Rodolfo Reis</strong><br />
<strong>Inovy</strong>, Fornecedora de TI, Poços de Caldas, MG<br />
<strong>Faturamento: </strong>1,2 milhão de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta: </strong>Twitter<br />
<strong>Uso comum nos negócios:</strong> Divulgar notícias sobre produtos<br />
<strong>O que a Inovy faz:</strong> Orienta os funcionários a deixar recados no Twitter para cortar custos com ligações<br />
<strong>Resultado:</strong> A despesa com telefonia móvel diminuiu 30%<br />
<em>(1) Previsão para 2009</em></p>
<h2><em><strong>Para cada foto, o cliente deixa um e-mail</strong></em></h2>
<p><strong>Caito Maia</strong><br />
<strong>Chilli Beans</strong>, Rede de lojas de óculos, São Paulo, SP<br />
<strong>Faturamento:</strong> 57 milhões de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta: </strong>Webcam<br />
<strong>Uso comum nos negócios:</strong> Fazer reuniões entre funcionários, clientes e fornecedores<br />
<strong>O que a Chilli Beans faz: </strong>Coloca um computador com webcam dentro das lojas para coletar e-mails<br />
<strong>Resultado:</strong> Já existem 150 000 contatos de interessados nos produtos da marca<br />
<em>(1) Estimativa de mercado/2008</em></p>
<h2><em><strong>O estoque diminuiu</strong></em></h2>
<p><strong>Rodrigo Ferraz</strong><br />
<strong>AZ Empreendimentos</strong>, grupo de entretenimento, Belo Horizonte, MG<br />
<strong>Faturamento: </strong>25 milhões de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta:</strong> Enquete online<br />
<strong>Uso comum nos negócios: </strong>Pesquisar a opinião do mercado<br />
<strong>O que a AZ faz: </strong>Usa as votações dos clientes na logística dos estoques<br />
<strong>Resultado: </strong>O custo do estoque caiu 20%<br />
<em>(1) Previsão para 2009</em></p>
<h2><em><strong>O brinquedo ficou sério</strong></em></h2>
<p><strong>Guilherme Benchimol</strong><br />
<strong>XP Investimentos</strong>, corretora, Rio de Janeiro, RJ<br />
<strong>Faturamento:</strong> 75 milhões de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta: </strong>Game online<br />
<strong>Uso comum nos negócios:</strong> Atrair mais acessos para o site da empresa<br />
<strong>O que a XP fez: </strong>Criou um jogo online para aumentar as receitas<br />
<strong>Resultado: </strong>30% dos jogadores tornaram-se clientes<br />
<em>(1) Estimativa de mercado/2008</em></p>
<h2><em><strong>O cliente leva um susto</strong></em></h2>
<p><strong>Rony Conde Marques</strong><br />
<strong>CMarqx</strong>, imobiliária, São Paulo, SP<br />
<strong>Faturamento: </strong>10 milhões de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta: </strong>Chat<br />
<strong>Uso comum nos negócios:</strong> Criar um canal para os consumidores tirarem dúvidas<br />
<strong>O que a CMarqx faz:</strong> Prospecta novos clientes abordando internautas no site<br />
<strong>Resultado: </strong>7,5% das vendas são feitas para pessoas detectadas pelo chat<br />
<em>(1) Estimativa de mercado/2008</em></p>
<h2><em><strong>Vamos estar monitorando sua ligação</strong></em></h2>
<p><strong>Marcelo Rissato</strong><br />
<strong>VegaNet</strong>, call center, São Paulo, SP<br />
<strong>Faturamento:</strong> 32 milhões de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta: </strong>VoIP<br />
<strong>Uso comum nos negócios: </strong>Reduzir gastos de ligações telefônicas<br />
<strong>O que a VegaNet faz: </strong>Usa o sistema para fazer controle de qualidade do call center<br />
<strong>Resultado: </strong>A produtividade dos funcionários que monitoram as ligações aumentou em 25%<br />
<em>(1) Previsão para 2009</em></p>
<h2><em><strong>O funcionário escreve as regras e as obedece</strong></em></h2>
<p><strong>Luiz Alberto Ferla</strong><br />
<strong>Knowtec</strong>, pesquisa e inteligência de mercado, Florianópolis, SC<br />
<strong>Faturamento:</strong> 6 milhões de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta: </strong>Wiki<br />
<strong>Uso comum nos negócios:</strong> Reunir informações inseridas e atualizadas pelos<br />
próprios funcionários<br />
<strong>O que a Knowtec faz: </strong>Usa a wiki para disseminar processos entre as filiais<br />
<strong>Resultado: </strong>Os custos com treinamento de funcionários recém-contratados caíram pela metade<br />
<em>(1) Previsão para 2009</em></p>
<h2><em><strong>Você está contratado!</strong></em></h2>
<p><strong>Abel Reis<br />
AgênciaClick</strong>, marketing digital, São Paulo, SP<br />
<strong>Faturamento:</strong> 75 milhões de reais(1)<br />
<strong>Ferramenta: </strong>Rede social<br />
<strong>Uso comum nos negócios: </strong>Fazer networking<br />
<strong>O que a AgênciaClick faz:</strong> Busca funcionários numa rede social criada pela própria empresa<br />
<strong>Resultado:</strong> Dez pessoas foram entrevistadas. Duas já foram contratadas<br />
<em>(1) Estimativa de mercado/2008</em></div>
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		<title>Penetração da classe C na internet</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2009/10/15/penetracao-da-classe-c-na-internet/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 01:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércilo Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[WebSites]]></category>
		<category><![CDATA[classe c]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem você acha         que infla os números brasileiros do orkut (27,3 milhões de visitantes         únicos em julho) ou mantém a atividade febril do MSN, com seus 32,1         milhões de usuários? Quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem você acha         que infla os números brasileiros do orkut (27,3 milhões de visitantes         únicos em julho) ou mantém a atividade febril do MSN, com seus 32,1         milhões de usuários? <strong>Quase uma de cada         duas pessoas emergentes surfará na web até o final do ano.</strong> No         início desse ano, a Fundação Getúlio Vargas estimava essa turma         ascendente — gente com renda familiar mensal entre 1 064 e 4 561 reais         — em 97,2 milhões de pessoas. Para absorver essa demanda toda          foram vendidos 12 milhões de computadores em 2008 e outros 4,8 milhões         no primeiro semestre deste ano. <strong>A banda larga deu em 2008 um salto de         45,9% em relação a 2007.</strong></p>
<p>E dai? Dai que quase três quartos (73%) dos brasileiros         utilizam sites especializados em comparação de preços, contra 52% da         média global, enquanto 53% (o índice mais alto do mundo) ficam         desapontados quando suas lojas preferidas não vendem pela WEB. O Brasil         possui 60 milhões de internautas e 160 milhões de usuários de         celulares, contra 46 milhões de linhas fixas.</p>
<p><strong>Agora eu pergunto: o que você está fazendo para convencer         este novo consumidor a entregar-lhe parte do seu suado dinheiro? Como         irá posicionar ou reposicionar seu negócio frente a esta realidade?</strong></p>
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		<title>Transmissão ao vivo da palestra: A Internet Gerando Negócios</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 19:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao Vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
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		<category><![CDATA[roberto aloureiro]]></category>
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		<description><![CDATA[A Signativa, em parceria com a ISO Audiovisuais e com a TradeMidia.com, fará a transmissão ao vivo pela internet da palestra de Roberto Aloureiro, Gerente de Mídias Sociais da Construtora Tecnisa. Assista ao VT abaixo e faça sua inscrição gratuita no site: www.acib.net/nucleoweb

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Signativa, em parceria com a <a href="http://www.isoaudiovisuais.com.br" target="_blank">ISO Audiovisuais</a> e com a <a href="http://www.trademidia.com" target="_blank">TradeMidia.com</a>, fará a transmissão ao vivo pela internet da palestra de Roberto Aloureiro, Gerente de Mídias Sociais da <a href="http://www.tecnisa.com.br" target="_blank">Construtora Tecnisa</a>. Assista ao VT abaixo e faça sua inscrição gratuita no site: <a href="http://www.acib.net/nucleoweb" target="_blank">www.acib.net/nucleoweb</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9PCk6NChre8" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/9PCk6NChre8"></embed></object></p>
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		<title>Empresa blumenauense, cliente da Signativa, inicia atuação em mídias sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 03:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[As mídias sociais são ferramentas poderosas que estão gerando uma enorme repercussão no mundo das marcas. Com a facilidade que as pessoas expressam sua opinião, através do Orkut, do Twitter, de blogs e inúmeras outras ferramentas é fundamental que as marcas saibam o que as pessoas estão falando delas, tanto para o bem quanto, principalmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>mídias sociais</strong> são ferramentas poderosas que estão gerando uma enorme <strong>repercussão</strong> no <strong>mundo das marcas</strong>. Com a facilidade que as pessoas expressam sua <strong>opinião</strong>, através do <strong>Orkut</strong>, do <strong>Twitter</strong>, de <strong>blogs</strong> e inúmeras outras ferramentas é fundamental que as <strong>marcas</strong> saibam o que as pessoas estão <strong>falando delas</strong>, tanto para o bem quanto, principalmente, para o mal.</p>
<p>Uma prova disso é a adesão de <strong>empresas blumenaueses</strong> nas <strong>mídias sociais</strong>. <span id="more-613"></span></p>
<p>A <strong>Sulmark</strong>, empresa que atua há 10 anos no <strong>registro de marcas e patentes</strong> estreou no mês de agosto no Twitter (<a title="http://twitter.com/sulmark" href="http://twitter.com/sulmark" target="_blank">http://twitter.com/sulmark</a>) e lançou um <strong>blog </strong>(<a title="http://sulmark.com.br/blog" href="http://sulmark.com.br/blog" target="_blank">http://sulmark.com.br/blog</a>), onde o publicitário Israel Scussel Degásperi (<a title="http://twitter.com/idegasperi" href="http://twitter.com/idegasperi" target="_blank">@idegasperi</a>), em parceria com a Signativa, reúne conteúdo dos mais variados, para que os clientes da empresa, empresários e o público em geral, possam ter acesso a um <strong>conteúdo relevante</strong> para suas empresas, <strong>agregando valor</strong> a suas marcas, conhecendo a importância do <strong>registro de marcas</strong> e <strong>patentes</strong> e ter um <strong>canal de comunicação</strong> direto com a empresa. A intenção da Sulmark é compartilhar conteúdo.</p>
<p>O blogueiro ainda comenta que a empresa está apenas iniciando sua presença nas mídias sociais e que novidades ainda virão. O novo site da empresa também já está em desenvolvimento pela Signativa.</p>
<p>Se você tem uma empresa, ainda não registrou sua marca, fique atento e tome muito cuidado, pois com certeza, você está correndo um risco. Se você já  registrou sua marca mas ainda não sabe exatamente de que maneira as mídias sociais podem afetar sua marca, acompanhe o <strong>Twitter</strong> da <strong>Sulmark</strong> e o <strong>blog,</strong> pois a Sulmark vai lhe ajudar nesta tarefa.</p>
<p>Para saber mais sobre mídias sociais você pode acompanhar  o <a title="http://midiassociais.blog.br" href="http://midiassociais.blog.br" target="_blank">blog </a>ou pelo <a title="http://twitter.com/midiasblog" href="http://twitter.com/midiasblog" target="_blank">Twitter</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>PT contrata publicitário que arrecadou US$ 500mi pela internet para a campanha de Obama</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2009/09/21/pt-contrata-publicitario-que-arrecadou-us-500mi-pela-internet-para-a-campanha-de-obama/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 15:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Todo eleitor precisa se sentir dono da campanha&#8221;
Ben Self, publicitário americano

Na terça-feira 15, o responsável pelo marketing digital e telefônico da campanha de Barack Obama nas eleições dos EUA, Ben Self, precisou de apenas cinco minutos para convencer a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que sua estratégia de captação de eleitores por meio da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span><img class="aligncenter size-full wp-image-606" title="ben-self" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/ben-self.jpg" alt="ben-self" width="371" height="203" /><span><strong>&#8220;Todo eleitor precisa se sentir dono da campanha&#8221;<br />
Ben Self, publicitário americano</strong></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span><span><strong><span id="more-605"></span></strong></span></span></p>
<p>Na terça-feira 15, o responsável pelo marketing digital e telefônico da campanha de Barack Obama nas eleições dos EUA, Ben Self, precisou de apenas cinco minutos para convencer a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que sua estratégia de captação de eleitores por meio da internet poderá ajudar a impulsionar sua vacilante candidatura ao Palácio do Planalto em 2010. &#8220;Todo eleitor precisa se sentir dono da campanha. Temos que aumentar o entusiasmo e a paixão dos apoiadores&#8221;, pregou o publicitário americano para o imediato entusiasmo da ministra. A reunião que selou a entrada do americano, sócio-fundador da Blue State Digital, na campanha da ministra ocorreu na residência oficial de Dilma. Participaram do encontro, além de Dilma e Ben Self, o marqueteiro João Santana, padrinho da indicação, e a empresária Danielle Fonteles, da Pepper Comunicação, que será a responsável pela operação via internet da campanha. Na quartafeira 16, em outra reunião, o presidente do PT, Ricardo Berzoini, deu seu aval à participação do especialista americano na campanha petista.</p>
<p>Apesar de as reuniões com Dilma terem ocorrido apenas na última semana, o americano está contratado como consultor do PT desde 1º de agosto. E, nos próximos dias, poderá ganhar a companhia de outra fera da comunicação de Obama. Trata-se de Scott Goodstein, chefe de mídias móveis da campanha vitoriosa nos EUA, especialista em arrecadação online. Quando esteve no Brasil no fim de agosto, para uma palestra a 40 executivos do Bradesco, ele estreitou os laços com a cúpula petista. <strong>Os valores envolvidos na contratação dos executivos americanos são mantidos sob sigilo pelo PT.</strong></p>
<p>O desafio dos americanos é fazer na campanha de Dilma o que fizeram na de Obama: utlilizar os recursos da internet e do celular para transformar entusiastas da candidatura em verdadeiros cabos eleitorais e, sempre que possível, em doadores de recursos. Nos EUA, convidados a participar da campanha, os simpatizantes eram cadastrados em um banco de dados, entravam na rede, articulavam eventos, manifestações, convenciam terceiros a votar em Obama e ainda ajudavam a coordenar a captação de recursos. Assim, Self formatou a estratégia que arrecadou US$ 500 milhões via internet. Se a ministra ainda está longe de tomar a dianteira nas pesquisas, pelo menos numa disputa ela superou o seu principal rival. Por muito pouco Self não foi trabalhar com o governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato do PSDB. Em maio, o americano chegou a almoçar com a equipe de Luiz González, marqueteiro tucano. Pesou, no entanto, para sua decisão um pedido do próprio Obama em favor da candidata de Lula.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152152-1.htm" target="_blank">ISTOÉ</a></strong></em></p>
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