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	<title>Blog Signativa - Design e Tecnologia</title>
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	<description>Blog da empresa de tecnologia Signativa</description>
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		<title>Classe C compra mais pela internet</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 22:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércilo Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo Ibope Media, este consumidor preza pela  publicidade e confia em celebridades
Anunciar em redes sociais pode ser uma estratégia de  marketing para os anunciantes que desejam se comunicar com a classe C.  Este público está cada vez mais conectado à internet e o fato de 66,7%  terem cartão de crédito próprio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-746" href="http://www.signativa.com.br/blog/2010/05/06/classe-c-compra-mais-pela-internet/compra-internet/"><img class="alignright size-medium wp-image-746" title="compra-internet" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/compra-internet-300x225.jpg" alt="" width="180" height="135" /></a>Segundo Ibope Media, este consumidor preza pela  publicidade e confia em celebridades</strong></p>
<p>Anunciar em <strong>redes sociais</strong> pode ser uma estratégia de  marketing para os anunciantes que desejam se comunicar com a classe C.  Este público está cada vez mais conectado à internet e o fato de <strong>66,7%  terem cartão de crédito</strong> próprio ou de alguém próximo, facilita a compra  virtual.</p>
<p><span id="more-745"></span>“Dois terços das pessoas que acessam a internet têm  disponibilidade de uso de cartão de crédito pessoal ou da família. Isso  pode ser a porta de entrada a ser explorada no comércio eletrônico”,  disse Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do Ibope Media, durante  sua apresentação nesta tarde (06/05/2010) no E-commerce Summit, em São Paulo.</p>
<p>A relação entre compras online e comerciais de TV é um comportamento  comum entre o consumidor classe C e por isso, a <strong>comunicação integrada  seja mais eficaz</strong>. O uso de celebridades nas campanhas é outro fator que  chama a atenção dessas pessoas. “A classe C confia muito na propaganda e  por isso ela tem que ser bem feita. Além disso, eles também confiam nas  celebridades. Isso tende a levar o consumidor da classe C a ir com mais  facilidade para dentro da loja”, observou Crivellaro.</p>
<p>Hoje o Brasil possui 67 milhões de pessoas conectadas à internet e o  País lidera o ranking dos países que mais tempo passam online: 45 horas e  43 minutos, ficando a frente de Reino Unido, Estados Unidos e França.</p>
<p><strong>por Maria Fernanda Malozzi<br />
Propmark</strong></p>
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		<title>Twitter via fax</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/04/14/twitter-via-fax/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 18:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erick Jordão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Não ter acesso a algum computador (em casa, no trabalho, na lan house) não significa ficar de fora da internet. Nos Estados Unidos, uma empresa oferece um serviço que permite até tuitar via fax. A pessoa escreve a mensagem de 140 caracteres em um papel, transmite isso para uma central, que posta no perfil do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não ter acesso a algum computador (em casa, no trabalho, na lan house) não significa ficar de fora da internet. Nos Estados Unidos, uma empresa oferece um serviço que permite até tuitar via fax. A pessoa escreve a mensagem de 140 caracteres em um papel, transmite isso para uma central, que posta no perfil do Twitter. Para saber o que as pessoas que você segue estão tuitando, atualizações diárias são enviadas, via fax.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="440" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/M09hESE0TBA&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="440" height="385" src="http://www.youtube.com/v/M09hESE0TBA&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<span style="font-size: 10px;">Confira no vídeo abaixo como uma vovó de 87 anos aproveita o serviço da <a href="http://www.mycelery.com/" target="_blank">Celery</a>:</span></p>
<p>O mesmo procedimento serve para quem quiser participar do Facebook via fax. A “tecnologia” também garante enviar e receber e-mails, até com arquivos anexados. Por exemplo, você quer mandar uma carta com uma foto junto. Passa tudo isso no aparelho da Celery. A carta, escrita à mão, e a imagem são transmitidas e chegam à caixa de e-mail do destinatário. No caminho inverso, o assinante do serviço recebe os e-mails e arquivos impressos (preto e branco ou colorido).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Já ouviu falar em s-commerce, s-business, CRM social?</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/03/31/ja-ouviu-falar-em-s-commerce-e-s-business/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 15:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércilo Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[comercio eletronico]]></category>
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		<description><![CDATA[Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar  rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business
&#8220;O poder das pessoas reunidas em comunidades,  trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai  modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de  hoje&#8221;, defende o professor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar  rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business</em></p>
<p>&#8220;O poder das pessoas reunidas em comunidades,  trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai  modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de  hoje&#8221;, defende o professor de marketing e de arena digital da Escola  Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner. Ele é um  defensor do s-commerce (social commerce). O termo pode ser traduzido por  uma extensão do que se convencionou chamar de e-commerce, só que agora  turbinado com as redes sociais.</p>
<p><span id="more-731"></span>Se alguém disser que as redes sociais vieram pra  ficar, não acredite. O verbo ficar talvez não seja o mais adequado para  as novas plataformas de relacionamento e troca de informações. Isto  porque elas já começam a ser pensadas para objetivos maiores e mais  complexos dos negócios das empresas, muito além das ações de promoção e  propaganda. Talvez, o mais adequado seja dizer que as redes sociais  vieram para abalar.</p>
<p>Um exemplo recente é o Nike Plus, um tênis feito para quem gosta de  praticar corrida. O calçado traz um chip embutido que recolhe dados  sobre a atividade esportiva, armazena tudo em um iPod e envia as  informações para o site da comunidade que tem mais de um milhão de  corredores ao redor do mundo. Também divulga as listas de música  (playlists). O iPod conectado ao tênis percebe, por meio de um sensor, o  ritmo da corrida e pode sugerir uma trilha sonora. Há listas pra tudo.  Músicas pra animar na subida, pra relaxar ao ar livre, rock pesado pra  queimar mais calorias etc.</p>
<p>A mania das playlists favorece a loja virtual de música da Apple, a  iTunes. Do lado da Nike, o entusiasmo da comunidade incentiva pessoas a  calçarem o tênis e a correr.<strong> &#8220;Isto é apenas o começo de um s-commerce.  Outras oportunidades poderiam sair da interação destas empresas com seus  consumidores&#8221;</strong>, argumenta Tafner. As possibilidades são muitas: CDs  específicos para cada tipo de corrida, lançamentos exclusivos de  artistas, shows, entre outros.</p>
<p>A etapa futura do<strong> s-commerce depende de as empresas entenderem o que os  consumidores gostariam de comprar</strong>. Elas precisam saber lidar com o  manancial de informações da comunidade e integrar isso em seus  processos. Detectar qual opinião ou comportamento tem chance de se  tornar uma nova estratégia de negócios é outro braço do social business.  <strong>&#8220;Já temos condições de evoluir no CRM social&#8221;</strong>, defende o gerente de  estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fabio Cipriani.</p>
<p>A integração do CRM com as redes sociais também tem dominado fóruns de  discussões sobre o novo modelo de negócios. Certas de que o cenário é  promissor, empresas como Oracle, SAP, Salesforce, Microsoft e uma dezena  de startups já desenvolvem produtos específicos para este fim.<strong> &#8220;Já  conhecemos o potencial disto nas ações de marketing. O próximo passo é  levar esta interação para outros processos de negócio&#8221;</strong>, propõe Cipriani.</p>
<p>No CRM social, a gestão do cliente se transforma na gestão da relação  cliente-empresa; tudo é pensado como uma estratégia horizontal que leva  ao lucro. Qualquer processo que envolva o cliente e tenha este objetivo  final pode ser apoiado por uma rede social. &#8220;Quem trabalha com dados  transacionais passará a lidar com dados conversasionais&#8221;, explica o  consultor, com o apoio de um neologismo para lá de apropriado.</p>
<h2><strong>Inovação social</strong></h2>
<p>Porém, o suprassumo do s-business &#8211; a inovação aberta &#8211; ainda é pouco  conhecido. São teorias que expostas primeiramente em 2003 no livro Open  Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from  Technology, do professor da Universidade de Berkeley, Henry Chesbrough. A  ideia é simples, mas a prática é complexa. O termo opõe-se ao conhecido  modelo de inovação fechada, que conta com laboratórios isolados e  técnicos caros. Em substituição, seriam usados clientes, parceiros de  negócio e quem mais estiver disposto a colaborar para aprimorar o  negócio. &#8220;As redes sociais têm o papel importante de fazer a ponte entre  a necessidade de inovação da empresa e as comunidades dispostas a  colaborar&#8221;, comenta o professor de inovação da Fundação Dom Cabral,  Carlos Arruda.</p>
<p>Já existem exemplos. O Fiat Mio foi construído com ideias enviadas por  milhares de pessoas ao redor do mundo por meio do portal  http://www.fiatmio.cc. A cafeteria Starbucks mantém o site My Starbucks  Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do  McDonald&#8221;s. Há outros casos, e todos devidamente apoiados por uma rede  social aberta ou privada. <strong>&#8220;São grandes empresas, mas a inovação aberta é  perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo&#8221;</strong>,  acrescenta Arruda.</p>
<p>Basta um pouco de pesquisa e algumas conversas para ver que o &#8220;s&#8221; está  realmente migrando para dentro do negócio. É bem provável que ele seja  mais uma evolução do que uma revolução. Porém, não há como esquecer que,  quando o conceito de e-business surgiu, ele também não foi compreendido  na sua totalidade. Hoje, não há empresa que não tenha ao menos um  processo e-alguma-coisa. E, juntando estes casos e opiniões aqui e ali, é  bem provável que estejamos migrando para o s-alguma-coisa neste exato  momento. Sua empresa está preparada?</p>
<p><strong>Fonte: Gilberto Pavoni Júnior | Especial para InformationWeek Brasil</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Morte ao Internet Explorer 6</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/03/15/morte-ao-internet-explore-6/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 12:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erick Jordão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[ie6]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualize seu navegador
Campanha para eliminar browsers antigos do mercado
Desenvolvedores ainda perdem muito em produtividade devido a navegadores desatualizados, sem suporte às funcionalidades e tecnologias atuais para alcançar seus clientes, limitando soluções e criando dores de cabeça desnecessárias.
O Internet Explorer 6.0 (lançado em 2001) ainda participa de 34% do mercado de navegadores*. É um browser que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Atualize seu navegador</strong><br />
Campanha para eliminar browsers antigos do mercado</p>
<p>Desenvolvedores ainda perdem muito em produtividade devido a navegadores desatualizados, sem suporte às funcionalidades e tecnologias atuais para alcançar seus clientes, limitando soluções e criando dores de cabeça desnecessárias.</p>
<p>O Internet Explorer 6.0 (lançado em 2001) ainda participa de 34% do mercado de navegadores*. É um browser que não acompanha o estágio atual da Internet, possui falhas de segurança e limita todo o potencial de uma Internet melhor para todos nós.</p>
<p>Esta campanha é uma iniciativa para excluir navegadores desatualizados do mapa da internet do Brasil. Basta inserir o código abaixo em todos os seus sites e de seus clientes. Desta forma, para todo usuário que acessá-los utilizando navegadores desatualizados, será exibida uma barra simples, sem marcas, orientando o usuário a atualizar o seu navegador e falando da importância desta atitude. Mais segurança para o usuário, mais liberdade aos desenvolvedores.</p>
<p><span style="font-size: 10px;">* Fonte: <a href="http://www.thecounter.com/stats/2009/January/browser.php" target="_blank">http://www.thecounter.com/stats/2009/January/browser.php</a></span></p>
<p>Cole o código na sua página<br />
<span style="color: red;">Lembre-se que a barra só é exibida para navegadores antigos.</span></p>
<p><textarea id="codigo" class="codigo" cols="60" rows="3" name="codigo" readonly="readonly">&lt;script src=&#8221;http://imasters.uol.com.br/crossbrowser/fonte.js&#8221; type=&#8221;text/javascript&#8221;&gt;&lt;/script&gt;</textarea></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como descobrir se a sua imagem profissional na internet é positiva ou se queima o filme</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/03/03/como-descobrir-se-a-sua-imagem-profissional-na-internet-e-positiva-ou-se-queima-o-filme/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:46:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erick Jordão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O que pessoas estão dizendo sobre mim na internet? Para matar a dúvida, o desenvolvedor de software Eduardo Menoncello, de 29 anos, configura a ferramenta Google Alerts para enviar por e-mail todas as informações referentes ao seu nome. Há pouco tempo, ele se surpreendeu com a citação do seu nome na página principal da comunidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que pessoas estão dizendo sobre mim na internet? Para matar a dúvida, o desenvolvedor de software Eduardo Menoncello, de 29 anos, configura a ferramenta Google Alerts para enviar por e-mail todas as informações referentes ao seu nome. Há pouco tempo, ele se surpreendeu com a citação do seu nome na página principal da comunidade de desenvolvedores da Microsoft. “Foi uma boa surpresa. Todos devemos checar a reputação online regularmente, principalmente para protegê-la”, diz. Menoncello mantém dois blogs para discutir assuntos profissionais, o sucessoativo.com.br e o pensando.net. “Isso me traz bons contatos e já rendeu até propostas de emprego.”</p>
<div id="attachment_719" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-719" title="Qual é a sua reputação na web?" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/menocello-20100303071348-300x290.jpg" alt="" width="300" height="290" /><p class="wp-caption-text">Menocello: alertas por e-mail quando seu nome é citado na web</p></div>
<p><span id="more-718"></span></p>
<p>No Twitter, o número de seguidores e de retuítes é um bom índice quantitativo para medir sua reputação online. Mas a informação que reflete qualitativamente sua imagem, segundo Barbosa, é a inclusão do seu perfil em listas de boa reputação. Para verificar onde seu perfil está listado, clique em “lists”, que fica no canto direito do seu perfil. Outra ferramenta útil para o tuiteiro é o Twittercounter.com, para verificar se muitas pessoas estão deixando de segui-lo. Para não queimar a reputação, também é importante ficar de olho se não andam aparecendo perfis falsos em alguma rede social. “Já pedimos para o Google retirar perfis falsos de executivos nas redes sociais e fomos atendidos em dois ou três dias”, diz Barbosa.</p>
<p><strong>Fail Twitter</strong></p>
<p>Veja alguns exemplos de tuítes verdadeiros que estragam a reputação de qualquer profissional (e, em alguns casos, do bom português):</p>
<p>“Entendeu ou quer que eu desenhe? Minha chefe é tão burra que precisa de desenho e gráficos para entender as coisas!”</p>
<p>“Eu matei trampo quase o dia inteiro, vou lá no arquivo pra mexer um pouco na mesa e mostrar serviço&#8230;”</p>
<p>“xeguei no trampo&#8230;to cansado..tonto..bebado..lezado&#8230;.axo q vou pegar folga na parte da tarde”</p>
<p>“Tomara que eu passe mal de verdade, tenha que voltar pra casa e fique uma semana de molho. #odeiomeuemprego”</p>
<p><strong>Bem na fita</strong></p>
<p>Veja se você anda contribuindo para a sua boa reputação online:</p>
<p>-Tenho muitos seguidores de boa reputação no Twitter e meu perfil está incluído em listas de boa imagem:</p>
<p>-Seleciono meus contatos nas redes sociais e compartilho com eles informações profissionais não confidenciais;</p>
<p>-Evito criticar pessoas e empresas sem bons argumentos;</p>
<p>-Tenho um blog atualizado para falar da minha área e dou atenção aos leitores. Meu blog recebe links de outros blogs e tem muitos assinantes do RSS;</p>
<p>-Quando sou alvo de uma provocação, respondo só quando tenho informações adicionais que vão mudar a impressão dos internautas.</p>
<p style="text-align: center;">Fica a pergunta:  <strong><em>Qual é a sua reputação na web?</em></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O tamanho da internet</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/03/01/o-tamanho-da-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 12:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[internet números estatística facebook twitter blog spam]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente vídeo produzido pela JESS3 ilustrando os números da internet, como por exemplo: 126 milhões de blogs existentes no mundo e 260 bilhões de páginas que são visualizadas todo mês no Facebook.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente vídeo produzido pela JESS3 ilustrando os números da internet, como por exemplo: 126 milhões de blogs existentes no mundo e 260 bilhões de páginas que são visualizadas todo mês no Facebook.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Google Buzz promete acompanhar as redes sociais</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/02/09/google-buzz-promete-acompanhar-as-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 22:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Erick Jordão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[gbuzz]]></category>
		<category><![CDATA[gmail]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google anunciou na tarde desta terça-feira (9) o Google Buzz, uma atualização do Gmail que incorpora funções de compartilhamento de fotos e vídeos, além de status, tornando o serviço da gigante de busca mais parecido com redes sociais, como Facebook e Twitter.

Apresentado como &#8220;uma nova forma de compartilhar e se comunicar&#8221;, o Google Buzz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google anunciou na tarde desta terça-feira (9) o Google Buzz, uma atualização do Gmail que incorpora funções de compartilhamento de fotos e vídeos, além de status, tornando o serviço da gigante de busca mais parecido com redes sociais, como Facebook e Twitter.</p>
<p><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-631" title="gmail" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/026752791-EX00-150x93.jpg" alt="gmail" width="150" height="93" /></p>
<p>Apresentado como &#8220;uma nova forma de compartilhar e se comunicar&#8221;, o Google Buzz estará disponível a todos os usuários do Gmail &#8220;nos próximos dias&#8221; de acordo com a companhia.</p>
<p>Os usuários poderão controlar que tipo de informação querem tornar pública ou privada (apenas para família e amigos mais próximos, por exemplo). Além disso, o Google demonstrou novas funcionalidades que vão permitir usar o Google Buzz em celulares, podendo o usuário inclusive informar a sua localização através da integração com o Google Maps.<br />
<img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-713" title="gbuzz" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/1444417344-GoogleBuzzLogo68-150x35.png" alt="gbuzz" width="150" height="35" /></p>
<p align="center"><a href="http://www.google.com/buzz" target="_blank">Clique e confira o site oficial</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Parrot AR.Drone o helicóptero controlado pelo iPhone/iTouch</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/01/07/parrot-ar-drone-o-helicoptero-controlado-pelo-iphoneitouch/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 17:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Bravos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A Parrot apresenta nesta semana na CES 2010, em Las Vegas, o AR.Drone, um helicóptero (na verdade, um quadrotor) controlado pelo iPhone/iPod touch via Wi-Fi. O movimento, claro, é todo feito pelo acelerômetro + toque.


Via MacMagazine
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://macmagazine.uol.com.br/out.php?url=http://www.parrot.com/" target="_blank">Parrot</a> apresenta nesta semana na CES 2010, em Las Vegas, o AR.Drone, um helicóptero (na verdade, um <a href="http://macmagazine.uol.com.br/out.php?url=http://pt.wikipedia.org/wiki/Quadrotor" target="_blank">quadrotor</a>) controlado pelo iPhone/iPod touch via Wi-Fi. O movimento, claro, é todo feito pelo acelerômetro + toque.</p>
<p><img class="alignnone" title="Parrot" src="http://macmagazine.uol.com.br/wp-content/uploads/2010/01/06-parrot-550x210.jpg" alt="" width="385" height="147" /><br />
<object width="420" height="365"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/V3KrFV0-WFw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x5d1719&#038;color2=0xcd311b"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/V3KrFV0-WFw&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x5d1719&#038;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="420" height="365"></embed></object></p>
<p>Via <a href="http://macmagazine.uol.com.br/2010/01/06/parrot-ar-drone-helicoptero-controlado-pelo-iphone-e-apresentado-na-ces-2010/">MacMagazine</a></p>
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		<title>Twitter ajuda Dell a vender US$ 800 mil no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 14:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércilo Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dell]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[twiiter]]></category>
		<category><![CDATA[Venda]]></category>

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		<description><![CDATA[A Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter no Brasil movimentaram cerca de US$ 800 mil. De acordo com o Zumo Notícias, a conta @DellnoBrasil (19 mil seguidores) se destaca nos resultados financeiros em relação a versão canadense (@DellHomeSalesCA), que obteve receitas de US$ 150 mil.

Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-700" title="twitter_dell" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/twitter_dell.jpg" alt="twitter_dell" width="259" height="259" />A Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter no Brasil movimentaram cerca de US$ 800 mil. De acordo com o Zumo Notícias, a conta @DellnoBrasil (19 mil seguidores) se destaca nos resultados financeiros em relação a versão canadense (@DellHomeSalesCA), que obteve receitas de US$ 150 mil.</p>
<p><span id="more-699"></span><br />
Ao redor do mundo, o alcance da Dell no Twitter, segundo Lionel Menchaca, blogueiro-chefe da fabricante de PCs nos Estados Unidos, conseguiu receitas de US$ 6,5 milhões. Em junho esse valor era de US$ 3 milhões. A conta de descontos nos Estados Unidos, @DellOutlet, tem 1,5 milhão de seguidores. &#8220;Nesse momento, é apenas uma pequena parte dos mais de 2 bilhões de contatos que temos com clientes de todo o mundo por telefone e e-mail&#8221;, afirmou.</p>
<p>Menchaca diz que a Dell  começou a participar de mídias sociais há três anos com blogs corporativos, páginas no Facebook, Flickr e Twitter.</p>
<p><em><strong> Fonte: Adnews</strong></em></p>
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		<title>Internet brasileira sobe. Jornais dos EUA caem.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 16:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo da comunicação está mudando muito rapidamente, indicando caminhos opostos para a velha mídia de papel e a nova mídia eletrônica, uma caindo e a outra subindo, como numa gangorra.
Cheguei a esta conclusão, que nada tem de nova ou original, eu sei, mas se torna cada vez mais gritante, depois de ler dois textos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo da comunicação está mudando muito rapidamente, indicando caminhos opostos para a velha mídia de papel e a nova mídia eletrônica, uma caindo e a outra subindo, como numa gangorra.</p>
<p>Cheguei a esta conclusão, que nada tem de nova ou original, eu sei, mas se torna cada vez mais gritante, depois de ler dois textos na manhã desta quinta-feira em publicações diferentes, a Folha de S. Paulo (no papel) e o boletim semanal Jornalistas&amp;Cia (no site).</p>
<p><span id="more-696"></span></p>
<p>Neste caso, os números (não as imagens …) falam por si, como os leitores poderão constatar neste post sobre o mercado da imprensa de papel nos Estados Unidos e o da internet no Brasil.</p>
<h2>Edson Rossi: internet brasileira</h2>
<p>No último encontro do ano do programa “Por Dentro da Redação”, promovido por meus amigos do Jornalistas&amp;Cia., Edson Rossi, diretor de conteúdo do portal Terra, apresentou os números mais recentes que demonstram o vigoroso crescimento do mercado de internet no Brasil.</p>
<ul>
<li>Universo de internautas: um terço da população brasileira _ algo em torno de 68,5 milhões de pessoas _ já está conectada na internet, segundo dados do IAB-Brasil.</li>
<li>As maiores audiências: UOL, com 27 milhões de visitantes/mês; iG, com 23 milhões; Terra, com 22 milhões; Globo.com, com 21,7 milhões.</li>
<li>Quem acessa: cada vez mais popular, a internet foi acessada, em 2008, por 39% da classe C (pode chegar a 45% até o final do ano); na AB, foram 76% no ano passado e a previsão para 2009 é bater nos 80%.</li>
<li>Tempo de tela: com 24h48 minutos por mês, o Brasil continua sendo o país que mais acessa internet no mundo, principalmente após a introdução da banda larga, que no ano passado já respondia por 83% das conexões.</li>
<li>Faturamento publicitário: é a mídia que mais cresce no Brasil. Em comparação com 2007, no ano passado houve um crescimento de 44%. Nos primeiros meses de 2009, em relação a igual período de 2008, a verba publicitária investida na web cresceu 22,62%.</li>
<li>Fatia do mercado: apesar deste crescimento nos últimos anos, a verba que cabe ao setor no bolo dos investimentos em publicidade ainda é pequena. Representou apenas 4% dos R$ 987 milhões investidos em 2008 e, até o final deste ano, poderá chegar a 4,2%.</li>
</ul>
<h2>Kenneth Maxwell: imprensa americana</h2>
<p>“Quase todos os grandes jornais dos Estados Unidos passaram por forte declínio em sua circulação paga ao longo dos últimos 12 meses”, informa o colunista Kenneth Maxwell, que escreve todas as quintas-feiras na página 2 da Folha.</p>
<p>A conseqüência mais dramática da queda na circulação é o que ele chama de “colapso na receita publicitária dos jornais’, que, segundo ele, “já se tornou catastrófica”, indicando uma perda de 28% apenas em 2009.</p>
<h2>Os números:</h2>
<ul>
<li>New York Times: queda de 7,3% na circulação</li>
<li>USA Today: queda de 17,1%</li>
<li>Washington Post: queda de 6,4%</li>
<li>Dallas Morning News: queda de 22,2%</li>
<li> San Francisco Chronicle: 25,8%</li>
<li>Star Ledger, de Newark: queda de 22,2%</li>
</ul>
<p>Maxwell registra ainda em seu artigo que, paralelamente à queda de circulação e de receita dos jornais, todas as grandes redes de televisão também sofreram perdas de audiência. “Não é fácil encontrar substituto para estas receitas na internet, que vê acesso crescente, mas na qual poucos jornais desenvolveram métodos seguros de explorar comercialmente o acesso a essa nova fonte de informação”.</p>
<p>Todos nós estamos carecas de saber (alguns mais do que os outros…) que os jovens estão migrando para a nova mídia enquanto os mais idosos resistem bravamente na trincheira da imprensa de papel. Mas não seria justo atribuir apenas ao crescimento da internet a derrocada da velha mídia.</p>
<p>Já escrevi aqui mesmo e repito: assim como o marqueteiro de Bill Clinton lhe dizia “é a economia, estúpido”, para explicar o que decide uma eleição, podemos dizer “é o conteúdo, estúpido” o que vai determinar o sucesso ou o fracasso de qualquer veículo, seja da nova ou da velha mídia.</p>
<p><em><strong>Escrito por: Ricardo Kotscho</strong></em></p>
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