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	<title>Blog Signativa - Design e Tecnologia &#187; comercio eletronico</title>
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	<description>Blog da empresa de tecnologia Signativa</description>
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		<title>Classe C compra mais pela internet</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 22:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércilo Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo Ibope Media, este consumidor preza pela  publicidade e confia em celebridades
Anunciar em redes sociais pode ser uma estratégia de  marketing para os anunciantes que desejam se comunicar com a classe C.  Este público está cada vez mais conectado à internet e o fato de 66,7%  terem cartão de crédito próprio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-746" href="http://www.signativa.com.br/blog/2010/05/06/classe-c-compra-mais-pela-internet/compra-internet/"><img class="alignright size-medium wp-image-746" title="compra-internet" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/compra-internet-300x225.jpg" alt="" width="180" height="135" /></a>Segundo Ibope Media, este consumidor preza pela  publicidade e confia em celebridades</strong></p>
<p>Anunciar em <strong>redes sociais</strong> pode ser uma estratégia de  marketing para os anunciantes que desejam se comunicar com a classe C.  Este público está cada vez mais conectado à internet e o fato de <strong>66,7%  terem cartão de crédito</strong> próprio ou de alguém próximo, facilita a compra  virtual.</p>
<p><span id="more-745"></span>“Dois terços das pessoas que acessam a internet têm  disponibilidade de uso de cartão de crédito pessoal ou da família. Isso  pode ser a porta de entrada a ser explorada no comércio eletrônico”,  disse Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do Ibope Media, durante  sua apresentação nesta tarde (06/05/2010) no E-commerce Summit, em São Paulo.</p>
<p>A relação entre compras online e comerciais de TV é um comportamento  comum entre o consumidor classe C e por isso, a <strong>comunicação integrada  seja mais eficaz</strong>. O uso de celebridades nas campanhas é outro fator que  chama a atenção dessas pessoas. “A classe C confia muito na propaganda e  por isso ela tem que ser bem feita. Além disso, eles também confiam nas  celebridades. Isso tende a levar o consumidor da classe C a ir com mais  facilidade para dentro da loja”, observou Crivellaro.</p>
<p>Hoje o Brasil possui 67 milhões de pessoas conectadas à internet e o  País lidera o ranking dos países que mais tempo passam online: 45 horas e  43 minutos, ficando a frente de Reino Unido, Estados Unidos e França.</p>
<p><strong>por Maria Fernanda Malozzi<br />
Propmark</strong></p>
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		<title>Já ouviu falar em s-commerce, s-business, CRM social?</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 15:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércilo Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar  rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business
&#8220;O poder das pessoas reunidas em comunidades,  trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai  modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de  hoje&#8221;, defende o professor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar  rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business</em></p>
<p>&#8220;O poder das pessoas reunidas em comunidades,  trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai  modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de  hoje&#8221;, defende o professor de marketing e de arena digital da Escola  Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner. Ele é um  defensor do s-commerce (social commerce). O termo pode ser traduzido por  uma extensão do que se convencionou chamar de e-commerce, só que agora  turbinado com as redes sociais.</p>
<p><span id="more-731"></span>Se alguém disser que as redes sociais vieram pra  ficar, não acredite. O verbo ficar talvez não seja o mais adequado para  as novas plataformas de relacionamento e troca de informações. Isto  porque elas já começam a ser pensadas para objetivos maiores e mais  complexos dos negócios das empresas, muito além das ações de promoção e  propaganda. Talvez, o mais adequado seja dizer que as redes sociais  vieram para abalar.</p>
<p>Um exemplo recente é o Nike Plus, um tênis feito para quem gosta de  praticar corrida. O calçado traz um chip embutido que recolhe dados  sobre a atividade esportiva, armazena tudo em um iPod e envia as  informações para o site da comunidade que tem mais de um milhão de  corredores ao redor do mundo. Também divulga as listas de música  (playlists). O iPod conectado ao tênis percebe, por meio de um sensor, o  ritmo da corrida e pode sugerir uma trilha sonora. Há listas pra tudo.  Músicas pra animar na subida, pra relaxar ao ar livre, rock pesado pra  queimar mais calorias etc.</p>
<p>A mania das playlists favorece a loja virtual de música da Apple, a  iTunes. Do lado da Nike, o entusiasmo da comunidade incentiva pessoas a  calçarem o tênis e a correr.<strong> &#8220;Isto é apenas o começo de um s-commerce.  Outras oportunidades poderiam sair da interação destas empresas com seus  consumidores&#8221;</strong>, argumenta Tafner. As possibilidades são muitas: CDs  específicos para cada tipo de corrida, lançamentos exclusivos de  artistas, shows, entre outros.</p>
<p>A etapa futura do<strong> s-commerce depende de as empresas entenderem o que os  consumidores gostariam de comprar</strong>. Elas precisam saber lidar com o  manancial de informações da comunidade e integrar isso em seus  processos. Detectar qual opinião ou comportamento tem chance de se  tornar uma nova estratégia de negócios é outro braço do social business.  <strong>&#8220;Já temos condições de evoluir no CRM social&#8221;</strong>, defende o gerente de  estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fabio Cipriani.</p>
<p>A integração do CRM com as redes sociais também tem dominado fóruns de  discussões sobre o novo modelo de negócios. Certas de que o cenário é  promissor, empresas como Oracle, SAP, Salesforce, Microsoft e uma dezena  de startups já desenvolvem produtos específicos para este fim.<strong> &#8220;Já  conhecemos o potencial disto nas ações de marketing. O próximo passo é  levar esta interação para outros processos de negócio&#8221;</strong>, propõe Cipriani.</p>
<p>No CRM social, a gestão do cliente se transforma na gestão da relação  cliente-empresa; tudo é pensado como uma estratégia horizontal que leva  ao lucro. Qualquer processo que envolva o cliente e tenha este objetivo  final pode ser apoiado por uma rede social. &#8220;Quem trabalha com dados  transacionais passará a lidar com dados conversasionais&#8221;, explica o  consultor, com o apoio de um neologismo para lá de apropriado.</p>
<h2><strong>Inovação social</strong></h2>
<p>Porém, o suprassumo do s-business &#8211; a inovação aberta &#8211; ainda é pouco  conhecido. São teorias que expostas primeiramente em 2003 no livro Open  Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from  Technology, do professor da Universidade de Berkeley, Henry Chesbrough. A  ideia é simples, mas a prática é complexa. O termo opõe-se ao conhecido  modelo de inovação fechada, que conta com laboratórios isolados e  técnicos caros. Em substituição, seriam usados clientes, parceiros de  negócio e quem mais estiver disposto a colaborar para aprimorar o  negócio. &#8220;As redes sociais têm o papel importante de fazer a ponte entre  a necessidade de inovação da empresa e as comunidades dispostas a  colaborar&#8221;, comenta o professor de inovação da Fundação Dom Cabral,  Carlos Arruda.</p>
<p>Já existem exemplos. O Fiat Mio foi construído com ideias enviadas por  milhares de pessoas ao redor do mundo por meio do portal  http://www.fiatmio.cc. A cafeteria Starbucks mantém o site My Starbucks  Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do  McDonald&#8221;s. Há outros casos, e todos devidamente apoiados por uma rede  social aberta ou privada. <strong>&#8220;São grandes empresas, mas a inovação aberta é  perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo&#8221;</strong>,  acrescenta Arruda.</p>
<p>Basta um pouco de pesquisa e algumas conversas para ver que o &#8220;s&#8221; está  realmente migrando para dentro do negócio. É bem provável que ele seja  mais uma evolução do que uma revolução. Porém, não há como esquecer que,  quando o conceito de e-business surgiu, ele também não foi compreendido  na sua totalidade. Hoje, não há empresa que não tenha ao menos um  processo e-alguma-coisa. E, juntando estes casos e opiniões aqui e ali, é  bem provável que estejamos migrando para o s-alguma-coisa neste exato  momento. Sua empresa está preparada?</p>
<p><strong>Fonte: Gilberto Pavoni Júnior | Especial para InformationWeek Brasil</strong></p>
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		<title>Signativa montará comércio eletrônico na área da construção</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2009/03/13/signativa-montara-comercio-eletronico-na-area-da-construca/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 16:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Bravos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campinas]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje a Signativa fechou contrato com a distribuidora de materiais de construção Metrópolis. Será desenvolvido um comércio eletrônico com pagamento  via PagSeguro.
A expectativa é muito boa para o site, já que neste momento a Metrópolis passa a vender com mais enfase também no varejo. O site sera uma das formas de divulgação para o novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-16" title="cassio_e_luci_da_metropolis" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/cassio_e_luci_da_metropolis-300x209.jpg" alt="Cássio e Luci da Metrópolis" width="300" height="209" /><p class="wp-caption-text">Cássio e Luci da Metrópolis</p></div>
<p>Hoje a <a href="http://www.signativa.com.br">Signativa</a> fechou contrato com a distribuidora de materiais de construção Metrópolis. Será desenvolvido um comércio eletrônico com pagamento  via <a href="http://pagseguro.uol.com.br">PagSeguro</a>.</p>
<p>A expectativa é muito boa para o site, já que neste momento a Metrópolis passa a vender com mais enfase também no varejo. O site sera uma das formas de divulgação para o novo público.</p>
<div id="attachment_18" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-18" title="metropolis" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/metropolis-300x195.jpg" alt="Sede da Metrópolis em Campinas" width="300" height="195" /><p class="wp-caption-text">Sede da Metrópolis em Campinas</p></div>
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