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	<title>Blog Signativa - Design e Tecnologia &#187; internet</title>
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	<description>Blog da empresa de tecnologia Signativa</description>
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		<title>Penetração da classe C na internet</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2009/10/15/penetracao-da-classe-c-na-internet/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 01:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércilo Eletrônico]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem você acha         que infla os números brasileiros do orkut (27,3 milhões de visitantes         únicos em julho) ou mantém a atividade febril do MSN, com seus 32,1         milhões de usuários? Quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem você acha         que infla os números brasileiros do orkut (27,3 milhões de visitantes         únicos em julho) ou mantém a atividade febril do MSN, com seus 32,1         milhões de usuários? <strong>Quase uma de cada         duas pessoas emergentes surfará na web até o final do ano.</strong> No         início desse ano, a Fundação Getúlio Vargas estimava essa turma         ascendente — gente com renda familiar mensal entre 1 064 e 4 561 reais         — em 97,2 milhões de pessoas. Para absorver essa demanda toda          foram vendidos 12 milhões de computadores em 2008 e outros 4,8 milhões         no primeiro semestre deste ano. <strong>A banda larga deu em 2008 um salto de         45,9% em relação a 2007.</strong></p>
<p>E dai? Dai que quase três quartos (73%) dos brasileiros         utilizam sites especializados em comparação de preços, contra 52% da         média global, enquanto 53% (o índice mais alto do mundo) ficam         desapontados quando suas lojas preferidas não vendem pela WEB. O Brasil         possui 60 milhões de internautas e 160 milhões de usuários de         celulares, contra 46 milhões de linhas fixas.</p>
<p><strong>Agora eu pergunto: o que você está fazendo para convencer         este novo consumidor a entregar-lhe parte do seu suado dinheiro? Como         irá posicionar ou reposicionar seu negócio frente a esta realidade?</strong></p>
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		<title>PT contrata publicitário que arrecadou US$ 500mi pela internet para a campanha de Obama</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 15:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Todo eleitor precisa se sentir dono da campanha&#8221;
Ben Self, publicitário americano

Na terça-feira 15, o responsável pelo marketing digital e telefônico da campanha de Barack Obama nas eleições dos EUA, Ben Self, precisou de apenas cinco minutos para convencer a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que sua estratégia de captação de eleitores por meio da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span><img class="aligncenter size-full wp-image-606" title="ben-self" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/ben-self.jpg" alt="ben-self" width="371" height="203" /><span><strong>&#8220;Todo eleitor precisa se sentir dono da campanha&#8221;<br />
Ben Self, publicitário americano</strong></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span><span><strong><span id="more-605"></span></strong></span></span></p>
<p>Na terça-feira 15, o responsável pelo marketing digital e telefônico da campanha de Barack Obama nas eleições dos EUA, Ben Self, precisou de apenas cinco minutos para convencer a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que sua estratégia de captação de eleitores por meio da internet poderá ajudar a impulsionar sua vacilante candidatura ao Palácio do Planalto em 2010. &#8220;Todo eleitor precisa se sentir dono da campanha. Temos que aumentar o entusiasmo e a paixão dos apoiadores&#8221;, pregou o publicitário americano para o imediato entusiasmo da ministra. A reunião que selou a entrada do americano, sócio-fundador da Blue State Digital, na campanha da ministra ocorreu na residência oficial de Dilma. Participaram do encontro, além de Dilma e Ben Self, o marqueteiro João Santana, padrinho da indicação, e a empresária Danielle Fonteles, da Pepper Comunicação, que será a responsável pela operação via internet da campanha. Na quartafeira 16, em outra reunião, o presidente do PT, Ricardo Berzoini, deu seu aval à participação do especialista americano na campanha petista.</p>
<p>Apesar de as reuniões com Dilma terem ocorrido apenas na última semana, o americano está contratado como consultor do PT desde 1º de agosto. E, nos próximos dias, poderá ganhar a companhia de outra fera da comunicação de Obama. Trata-se de Scott Goodstein, chefe de mídias móveis da campanha vitoriosa nos EUA, especialista em arrecadação online. Quando esteve no Brasil no fim de agosto, para uma palestra a 40 executivos do Bradesco, ele estreitou os laços com a cúpula petista. <strong>Os valores envolvidos na contratação dos executivos americanos são mantidos sob sigilo pelo PT.</strong></p>
<p>O desafio dos americanos é fazer na campanha de Dilma o que fizeram na de Obama: utlilizar os recursos da internet e do celular para transformar entusiastas da candidatura em verdadeiros cabos eleitorais e, sempre que possível, em doadores de recursos. Nos EUA, convidados a participar da campanha, os simpatizantes eram cadastrados em um banco de dados, entravam na rede, articulavam eventos, manifestações, convenciam terceiros a votar em Obama e ainda ajudavam a coordenar a captação de recursos. Assim, Self formatou a estratégia que arrecadou US$ 500 milhões via internet. Se a ministra ainda está longe de tomar a dianteira nas pesquisas, pelo menos numa disputa ela superou o seu principal rival. Por muito pouco Self não foi trabalhar com o governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato do PSDB. Em maio, o americano chegou a almoçar com a equipe de Luiz González, marqueteiro tucano. Pesou, no entanto, para sua decisão um pedido do próprio Obama em favor da candidata de Lula.</p>
<p><em><strong>Fonte: <a href="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152152-1.htm" target="_blank">ISTOÉ</a></strong></em></p>
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		<title>Tenha um computador seu onde quer que você vá</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2009/05/15/tenha-um-computador-seu-onde-quer-que-voce-va/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Sansão</dc:creator>
				<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Computador]]></category>
		<category><![CDATA[desktop online]]></category>
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		<description><![CDATA[
Desktop online! Desde os anos 90, e eu nem sabia. E você sabia?
Pode-se entender como um &#8221;computador&#8221; na internet. Os desktops online não permitem somente armazernar seus arquivos, como também ter os programas que mais usa, poder alterar tudo, não ocupar memória no computador em que estiver usando, e ainda poder acessar tudo de qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-337" title="Desktop-online" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/desktop-online.jpg" alt="Desktop-online" width="427" height="243" /></p>
<p>Desktop online! Desde os anos 90, e eu nem sabia. E você sabia?</p>
<p>Pode-se entender como um &#8221;computador&#8221; na internet. Os desktops online não permitem somente armazernar seus arquivos, como também ter os programas que mais usa, poder alterar tudo, não ocupar memória no computador em que estiver usando, e ainda poder acessar tudo de qualquer lugar.</p>
<p>Os sistemas operacionais online são uma boa saída para quem não tem computador em casa. Vale também para aqueles que utilizam a internet o dia todo do computador do trabalho, e após gostariam de acessar seus dados no aconchego de sua casa.</p>
<p>Os sistemas operacionais online são uma espécie de computador virtual que pode ser criado gratuitamente e ser acessado de qualquer máquina conectada à internet pelo seu navegador &#8211; seja ele o Internet Explorer, Firefox ou Safari.</p>
<p>Mas vale lembrar que a maioria apenas realiza tarefas pouco complexas, como navegar na rede, ler e enviar e-mails, editar documentos e salvar arquivos.</p>
<p><strong>Como funciona</strong></p>
<p>Criados ainda na metade dos anos 90, os sistemas operacionais online &#8211; na realidade, o termo correto é &#8220;desktop online&#8221; &#8211; são programas que rodam a partir do navegador de internet e que executam programas longe da máquina &#8220;hospedeira&#8221;, que serve apenas para fazer a ponte entre o usuário e o grande servidor onde todos os comandos são processados. Complicado? Nem tanto.</p>
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		<title>Desenhando sites no futuro</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2009/03/27/desenhando-sites-no-futuro/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 19:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Allan Bravos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[A vida era simples no passado e desenhar sites era algo bem tranquilo. Mas hoje já não é bem assim.
Voltando a 1998, internet tratava-se de 3 coisas:
1.    Design para computadores desktop, com resolução do monitor em 800&#215;600, isso com o browser maximizado!
2.    Website era um lugar onde as pessoas podiam vir até você. E a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vida era simples no passado e desenhar sites era algo bem tranquilo. Mas hoje já não é bem assim.</p>
<p>Voltando a 1998, internet tratava-se de 3 coisas:</p>
<p>1.    Design para computadores desktop, com resolução do monitor em 800&#215;600, isso com o browser maximizado!<br />
2.    Website era um lugar onde as pessoas podiam vir até você. E a ênfase estava em conseguir tráfego e manter o usuário passeando pelo conteúdo o maior tempo possível.<br />
3.    Otimização para ferramentas de busca, porque esse era o principal meio das pessoas chegarem até você.</p>
<p>Mas se avançarmos para os dias de hoje, isso não tem mais lá toda aquela importância. Eu por exemplo, não diria que são as melhores coisas a se fazer.</p>
<p><strong>Navegação</strong></p>
<p>Os desktops estão perdendo espaço todos os dias enquanto criamos novos caminhos para se conectar a web. No passado, usava-se internet para ler sites, agora, usamos para tudo.<br />
•    As rádios foram transformadas. Primeiro, rádio na internet. Depois podcastas Agora, Last.fm.<br />
•    Ganhamos o RSS, que nos permite receber o conteúdo que queremos, para ser lido em um leitor de RSS.<br />
•    Nós lemos notícias no celular, e-mail no celular, Orkut no celular&#8230;<br />
•    As companhias estão criando aplicações especializadas. Em vez de fazer uma versão móvel do website, cria-se uma aplicação internet enabled.<br />
•    O GPS faz download de informações de tráfego, para tentar te tirar do trânsito.<br />
•    E a lista vai crescendo&#8230;<br />
O browser do computador desktop não é mais a única maneira pela qual acessamos a internet. Nos conectamos através de uma série de novos dispositivos, e vários deles nem envolvem “navegar”. Mais importante ainda, a nova e realmente grandiosa experiência não é feita no browser, é feita lá fora, onde as pessoas se conectam de ponta a ponta diretamente.<br />
Um exemplo dessa evolução são as câmeras (e os celulares com câmera) que permitem tirar uma foto e fazer upload em uma única operação. E se você for esperto, compra um porta retrato digital, wireless, e as fotos com sua família vão direto pra mesa de centro da sala.<br />
<strong><br />
Desenhando seu website </strong></p>
<p>Essa descentralização de canais de internet representa uma dificuldade maior na hora de construir um website. Até mesmo aquilo que vai dentro do browser já está mudando.<br />
No passado, a web era um lugar para ser visitado. Hoje, as pessoas vivem dentro dela.<br />
E esta foi a principal de todas as mudanças. Uma página não é mais um cartão de visita, é lugar para se apresentar tudo àquilo que você faz, que produtos você vende, ou simplesmente, vendê-los.<br />
E aquela vitrine passiva, não é mais relevante. Desenhar um site não tem mais a ver com contar quem você é, e sim convidar as pessoas a fazerem parte da sua vida.<br />
Isso significa também que agora é necessário se engajar na vida de outras pessoas. Não como um vendedor, tentando empurrar um produto, mas como alguém que realmente se preocupa e sente admiração.  Você se torna um amigo do seu cliente, até adiciona ele no Facebook&#8230; rs.</p>
<p><strong>Melhorando a classificação no google</strong></p>
<p>Até pouco tempo atrás, as ferramentas de pesquisa eram a chave para se trazer pessoas até os nossos sites. Tomando como exemplo a revista eletrônica Baekdal (www.baekdal.com), 95% das pessoas que descobriam este site, o faziam através de ferramentas de busca. Apenas Google, Yahoo e MSN contribuíam com 90% do tráfego.<br />
E ai foram surgindo os blogs, o Digg&#8230;<br />
O resultado é que agora essas antigas ferramentas ficaram bem para trás.  No caso da Baekdal, hoje elas correspondem a apenas 15% do tráfego. O StumbleUpon é quem mais atrai novos visitantes, seguido por Reddit e Delicious.  Até o Facebook já atrai mais tráfego que o Google e o Twitter vem crescendo.<br />
As novas ferramentas de pesquisa são as pessoas. E não existe algo como “page rank” de pessoas. Com o Google podemos escrever um artigo e conseguir pessoas criando links para ele. Isso vai gerar page ranks, e o artigo fica no topo do Google por um loooongo tempo. Com pessoas, aquilo que passa de 2 semanas, não consegue mais ranking nenhum.<br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-38" title="newweb3" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/newweb3-300x125.jpg" alt="newweb3" width="300" height="125" />Acompanhe só esse gráfico (perdão, o gráfico está em inglês) demonstrando o tráfego para o site baekdal.com no mês de dezembro passado. A linha marcada como traditional é representa por ferramentas de busca, blogs e outros sites. O social é o social&#8230; rs.<br />
Repare no que acontece depois do pico, destacado pela frase &#8220;a good Day&#8221;. O tráfego gerado pelas ferramentas sociais (pelas pessoas no caso&#8230;) despenca rapidamente, enquanto a linha traditional não se altera muito.<br />
Então, esqueça a otimização para ferramentas de busca. Foque em otimização para seres humanos!</p>
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