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	<title>Blog Signativa - Design e Tecnologia &#187; redes sociais</title>
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	<description>Blog da empresa de tecnologia Signativa</description>
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		<title>Já ouviu falar em s-commerce, s-business, CRM social?</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2010/03/31/ja-ouviu-falar-em-s-commerce-e-s-business/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 15:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércilo Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar  rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business
&#8220;O poder das pessoas reunidas em comunidades,  trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai  modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de  hoje&#8221;, defende o professor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar  rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business</em></p>
<p>&#8220;O poder das pessoas reunidas em comunidades,  trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai  modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de  hoje&#8221;, defende o professor de marketing e de arena digital da Escola  Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner. Ele é um  defensor do s-commerce (social commerce). O termo pode ser traduzido por  uma extensão do que se convencionou chamar de e-commerce, só que agora  turbinado com as redes sociais.</p>
<p><span id="more-731"></span>Se alguém disser que as redes sociais vieram pra  ficar, não acredite. O verbo ficar talvez não seja o mais adequado para  as novas plataformas de relacionamento e troca de informações. Isto  porque elas já começam a ser pensadas para objetivos maiores e mais  complexos dos negócios das empresas, muito além das ações de promoção e  propaganda. Talvez, o mais adequado seja dizer que as redes sociais  vieram para abalar.</p>
<p>Um exemplo recente é o Nike Plus, um tênis feito para quem gosta de  praticar corrida. O calçado traz um chip embutido que recolhe dados  sobre a atividade esportiva, armazena tudo em um iPod e envia as  informações para o site da comunidade que tem mais de um milhão de  corredores ao redor do mundo. Também divulga as listas de música  (playlists). O iPod conectado ao tênis percebe, por meio de um sensor, o  ritmo da corrida e pode sugerir uma trilha sonora. Há listas pra tudo.  Músicas pra animar na subida, pra relaxar ao ar livre, rock pesado pra  queimar mais calorias etc.</p>
<p>A mania das playlists favorece a loja virtual de música da Apple, a  iTunes. Do lado da Nike, o entusiasmo da comunidade incentiva pessoas a  calçarem o tênis e a correr.<strong> &#8220;Isto é apenas o começo de um s-commerce.  Outras oportunidades poderiam sair da interação destas empresas com seus  consumidores&#8221;</strong>, argumenta Tafner. As possibilidades são muitas: CDs  específicos para cada tipo de corrida, lançamentos exclusivos de  artistas, shows, entre outros.</p>
<p>A etapa futura do<strong> s-commerce depende de as empresas entenderem o que os  consumidores gostariam de comprar</strong>. Elas precisam saber lidar com o  manancial de informações da comunidade e integrar isso em seus  processos. Detectar qual opinião ou comportamento tem chance de se  tornar uma nova estratégia de negócios é outro braço do social business.  <strong>&#8220;Já temos condições de evoluir no CRM social&#8221;</strong>, defende o gerente de  estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fabio Cipriani.</p>
<p>A integração do CRM com as redes sociais também tem dominado fóruns de  discussões sobre o novo modelo de negócios. Certas de que o cenário é  promissor, empresas como Oracle, SAP, Salesforce, Microsoft e uma dezena  de startups já desenvolvem produtos específicos para este fim.<strong> &#8220;Já  conhecemos o potencial disto nas ações de marketing. O próximo passo é  levar esta interação para outros processos de negócio&#8221;</strong>, propõe Cipriani.</p>
<p>No CRM social, a gestão do cliente se transforma na gestão da relação  cliente-empresa; tudo é pensado como uma estratégia horizontal que leva  ao lucro. Qualquer processo que envolva o cliente e tenha este objetivo  final pode ser apoiado por uma rede social. &#8220;Quem trabalha com dados  transacionais passará a lidar com dados conversasionais&#8221;, explica o  consultor, com o apoio de um neologismo para lá de apropriado.</p>
<h2><strong>Inovação social</strong></h2>
<p>Porém, o suprassumo do s-business &#8211; a inovação aberta &#8211; ainda é pouco  conhecido. São teorias que expostas primeiramente em 2003 no livro Open  Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from  Technology, do professor da Universidade de Berkeley, Henry Chesbrough. A  ideia é simples, mas a prática é complexa. O termo opõe-se ao conhecido  modelo de inovação fechada, que conta com laboratórios isolados e  técnicos caros. Em substituição, seriam usados clientes, parceiros de  negócio e quem mais estiver disposto a colaborar para aprimorar o  negócio. &#8220;As redes sociais têm o papel importante de fazer a ponte entre  a necessidade de inovação da empresa e as comunidades dispostas a  colaborar&#8221;, comenta o professor de inovação da Fundação Dom Cabral,  Carlos Arruda.</p>
<p>Já existem exemplos. O Fiat Mio foi construído com ideias enviadas por  milhares de pessoas ao redor do mundo por meio do portal  http://www.fiatmio.cc. A cafeteria Starbucks mantém o site My Starbucks  Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do  McDonald&#8221;s. Há outros casos, e todos devidamente apoiados por uma rede  social aberta ou privada. <strong>&#8220;São grandes empresas, mas a inovação aberta é  perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo&#8221;</strong>,  acrescenta Arruda.</p>
<p>Basta um pouco de pesquisa e algumas conversas para ver que o &#8220;s&#8221; está  realmente migrando para dentro do negócio. É bem provável que ele seja  mais uma evolução do que uma revolução. Porém, não há como esquecer que,  quando o conceito de e-business surgiu, ele também não foi compreendido  na sua totalidade. Hoje, não há empresa que não tenha ao menos um  processo e-alguma-coisa. E, juntando estes casos e opiniões aqui e ali, é  bem provável que estejamos migrando para o s-alguma-coisa neste exato  momento. Sua empresa está preparada?</p>
<p><strong>Fonte: Gilberto Pavoni Júnior | Especial para InformationWeek Brasil</strong></p>
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		<title>Vendendo mais maquinas de sorvete em pleno inverno.</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2009/08/10/vendendo-mais-maquinas-de-sorvete-em-pleno-inverno/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 15:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Pasta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[vender mais com a internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma manhã de julho, em que os termômetros na cidade de Santo André, na Grande São Paulo, registram 14 graus, o movimento nos quatro andares da fabricante de máquinas de sorvetes Fina-mac é intenso. Nos últimos 19 anos, os operários não trabalhavam em pleno inverno. Eram liberados em fevereiro e voltavam apenas no segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma manhã de julho, em que os termômetros na cidade de Santo André, na Grande São Paulo, registram 14 graus, o movimento nos quatro andares da fabricante de máquinas de sorvetes Fina-mac é intenso. Nos últimos 19 anos, os operários não trabalhavam em pleno inverno. Eram liberados em fevereiro e voltavam apenas no segundo semestre, quando começavam a pingar os pedidos para o verão. Mas, neste ano, os 29 funcionários não tiveram folga. A sazonalidade, enfrentada desde a fundação da empresa, em 1989, deixou de ser um problema. Por trás dessa mudança está o empresário Marino Arpino, 50 anos, e uma aliada: a internet.</p>
<p>Durante toda a década de 90, Arpino apostou nas feiras do setor de alimentação para atrair clientes. Pagava R$ 20 mil por inscrição, mas fechava poucos contratos. A partir de 2000, concentrou suas energias no site. Também não funcionou. A virada aconteceu em 2007, quando Arpino descobriu o Google.</p>
<p>Certo dia Gustavo Silva, proprietário da Concórdia, uma padaria de Quaraí, na divisa do Rio Grande do Sul com o Uruguai, entrou no site do Google, escreveu as palavras “máquina de picolé” e encontrou o link da Finamac. “Fechei no mesmo dia a compra de duas e depois encomendei mais três”, afirma.</p>
<p>A possibilidade de vender para lugares distantes, no Brasil e no mundo, o fascinou. Até então, as exportações representavam 5% do seu faturamento anual de R$ 2,5 milhões e seguiam para quatro paí ses da América do Sul. Depois de traduzir suas campanhas no Google para o inglês e o espanhol, a receita pulou para R$ 4 milhões no ano passado e as exportações chegaram a R$ 800 mil — 20% do total. Da fábrica, saíram máquinas para os Estados Unidos, México, Israel e países do Leste Europeu. Para ganhar o mundo, ele adotou outra ferramenta, o VoIP, tecnologia que permite fazer ligações gratuitas pela internet para qualquer ponto do planeta. Em dois anos, a conta de telefone caiu 40%.</p>
<p>Nas duas décadas que separaram a criação da Finamac da conquista de novos mercados o mundo mudou. Completamente. Aprendemos a conviver com blogs, Google, Orkut, Twitter, Skype. Hoje não basta ter um site. Com a web 2.0 é preciso estar conectado com todos esses recursos — e isso é muito mais simples, rápido e lucrativo do que se imagina.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI86262-17152,00-COMO+GANHAR+DINHEIRO+COM+A+REVOLUCAO+DIGITAL+TRECHO.html" target="_blank">Pequenas Empresas Grandes Negócios</a></p>
<p>Quer estar presente na Web 2.0, fale com a Signativa, <a title="Signativa Design e Tecnologia em Internet" href="http://www.signativa.com.br/site/servicos/posicionamento-no-google" target="_blank">www.signativa.com.br</a>.</p>
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		<title>Planalto Central nas redes sociais &#8211; Blog do Lula</title>
		<link>http://www.signativa.com.br/blog/2009/04/21/planalto-central-nas-redes-sociais-blog-do-lula/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 14:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Franklin Bravos</dc:creator>
				<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>
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		<description><![CDATA[A influência das redes sociais é tão grande hoje, que o Presidente Barack Obama utilizou em toda sua campanha ferramentas web 2.0 para comunicação com o povo americano.  Mesmo depois de eleito,  Obama  passou a usar ainda mais as redes sociais, inclusive levando outras pessoas do governo a utilizarem essas ferramentas.
Não só os políticos americanos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-224" title="Presidente Luís Inácio Lula da Silva" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/blog_do_lula_positivo.jpg" alt="Presidente Luís Inácio Lula da Silva" width="272" height="400" />A influência das redes sociais é tão grande hoje, que o <strong>Presidente Barack Obama</strong> utilizou em toda sua campanha ferramentas <strong>web 2.0</strong> para comunicação com o povo americano.  Mesmo depois de eleito,  Obama  passou a usar ainda mais as redes sociais, inclusive levando outras pessoas do governo a utilizarem essas ferramentas.</p>
<p>Não só os políticos americanos foram influenciados, o nosso presidente <strong>Luis Inácio Lula da Silva</strong> também se deixou levar pela modernidade e proximidade com seus eleitores, e resolveu desenvolver um blog por aqui também, o <strong>Blog do Lula</strong>. Para isso, foi criado um departamento pra gerenciar essa comunicação na nova mídia.<br />
O projeto piloto está em desenvolvimento, sem data ainda para o lançamento. Está sendo estudada a melhor forma de abordagem e qual será a receptividade dos internautas.</p>
<p>Gostei muito do ponto de vista do <a href="http://www.numclique.net/antino-silva/">Antino Silva</a> no seu post &#8220;<a href="http://www.numclique.net/presidente-lula-tera-um-blog-mas-sera-que-ele-vai-escrever-nele/">Presidente Lula terá um blog, mas será que ele vai escrever nele</a>&#8221; dizendo que, o que levou o presidente até onde ele está hoje, foi sua habilidade em oratória, e não seus artigos. Concordo com essa idéia, e acho que o Governo Federal deveria investir em um canal no youtube e publicar esses vídeos em seu blog.</p>
<p>Em um próximo momento o governo deverá utilizar ainda outras ferramentas tais como o <a href="http://twitter.com/signativa">twitter</a> e <strong>sites de relacionamento</strong>. Acho que isso é uma evolução para o governo brasileiro, buscar um novo canal de comunicação com a população. Espero que eles acertem na forma de abordagem e não transformem o blog num site de comunicados oficiais.</p>
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		<title>As redes sociais mais usadas pelos brasileiros</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 11:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A lista abaixo mostra o ranking das 10 redes sociais mais usadas no país, com a audiência que atinge entre os 25 milhões de internautas RESIDENCIAIS.
1 - Orkut: 71,2% 
2 -Sonico: 6,8%
3 - MySpace: 4,4%
4 - Via6: 4,4% (perde para o MySpace nas casas decimais)
5 - Facebook: 3,6% (cresceu um pouquinho &#8211; mas não muito &#8211; com a tradução para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-278" title="redes_sociais" src="http://www.signativa.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/redes_sociais-300x114.jpg" alt="redes_sociais" width="300" height="114" />A lista abaixo mostra o ranking das 10 redes sociais mais usadas no país, com a audiência que atinge entre os 25 milhões de internautas <strong><span style="color: #ff0000;">RESIDENCIAIS</span></strong>.</p>
<p><span style="font-family: 'Minion Condensed'; font-size: x-large;"><span style="font-family: 'Minion Condensed'; font-size: x-large;"><span lang="EN">1 - <a href="http://www.orkut.com/" target="_blank">Orkut</a>: 71,2%</span></span></span> </p>
<p>2 -<a href="http://www.sonico.com/" target="_blank">Sonico</a>: 6,8%</p>
<p>3 - <a href="http://www.myspace.com/" target="_blank">MySpace</a>: 4,4%</p>
<p>4 - <a href="http://www.via6.com.br/" target="_blank">Via6</a>: 4,4% (perde para o MySpace nas casas decimais)</p>
<p>5 - <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>: 3,6% (cresceu um pouquinho &#8211; mas não muito &#8211; com a tradução para o português)</p>
<p>6 - <a href="http://www.multiply.com/" target="_blank">Multiply</a>: 3,1%</p>
<p>7 - <a href="http://www.twitter.com/" target="_blank">Twitter</a>: 2,7% (o hype da vez)</p>
<p>8 - <a href="http://www.hi5.com/" target="_blank">Hi5</a>: 2,6%</p>
<p>9 - <a href="http://www.habbo.com/" target="_blank">Habbo</a>: 2,5%</p>
<p>10 - <a href="http://www.ning.com/" target="_blank">Ning</a>: 2,1%</p>
<p><strong><em>Fonte: dados de março do Ibope/NetRatings</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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