ABL Digital: como o marketplace pode gerar receita para os shopping centers

ABL Digital: como o marketplace pode gerar receita para os shopping centers
Dai 18 de fevereiro de 2021 Blog

O marketplace já era uma realidade para muitos lojistas Com a pandemia,  o mundo digital se consolidou e transformou a forma como muitos empresários atuavam. O marketplace se tornou uma oportunidade única de mudança e crescimento.

Segundo um levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), os brasileiros, depois de experimentar o e-commerce, estão mudando seu comportamento de consumo. O levantamento mostrou que 70% dos entrevistados pretendem continuar comprando mais pela internet do que antes da pandemia.

De fato esses números cresceram e os resultados são muito positivos. E é neste cenário que o modelo de negócios dos shopping centers vem se transformando a fim de oferecer ao cliente uma experiência completa e integrada. 

Mas o que o marketplace traz de novo? 

Integração e conveniência para o consumidor. Essas são as principais vantagens, afinal o cliente pode comprar em várias lojas em um único checkout, com uma experiência de compra centralizada. 

Esta opção é ideal para o comportamento de compra do consumidor atual, cada vez mais imediatista, procurando rapidez e praticidade. Afinal, através do marketplace, o shopping passa a ter a possibilidade de oferecer produtos de diferentes lojas em uma única compra. Além disso, o consumidor pode optar em não pagar pelo frete e retirar no shopping, ou seja,  um leque de opções.

Além do consumidor, o lojista também é beneficiado. Afinal, os que já trabalhavam com e-commerce terão mais um canal para divulgar seus produtos, e aqueles que ainda não atuavam neste modelo, agora terão a oportunidade de passar a vender de outras formas.

ABL Digital

A sigla ABL significa Área Bruta Locável, e para os empreendimentos, investir no marketplace também significa incrementar essa receita de forma digital. Com o ABL Digital, os shopping centers podem agregar uma nova condição comercial, gerando ainda mais receitas com locações “digitais”. Com isso é possível estreitar o relacionamento com o cliente, reter e acolher lojistas fora do seu mix e lucrar com uma “locação mensal digital”.

Além de agilidade, o consumidor procura uma jornada de compra integrada nos ambientes “Figital” (físico+digital). Por isso, a estratégia deve ser estar onde o cliente quer estar, independente do ambiente.

O marketplace vai além de um canal de vendas online, ele também impulsiona o negócio dos lojistas no ponto de venda e aumenta o fluxo de clientes, afinal ele pode retirar o produto no estabelecimento.

Sabemos que os shopping centers passaram por transformações durante a pandemia, e agora precisam correr atrás e acompanhar esta mudança. Como vimos, o Marketplace pode ser um grande aliado nesta jornada. 

Daiane Caroline

Publicitária de formação e apaixonada por comunicação. Escreve para o blog da Signativa e toma café o tempo todo.

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