Como a greve dos caminhoneiros vai afetar o comércio virtual

Como a greve dos caminhoneiros vai afetar o comércio virtual

A greve dos caminhoneiros chega hoje ao 10º dia e, apesar de tudo se encaminhar para uma normalização, o país ainda sofre as consequências da paralisação. Assim como em outros comércios, o e-commerce também está sendo prejudicado. Além dos atrasos na entrega, os números são alarmantes.

Segundo a Ebit (empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro), a expectativa para o crescimento do setor no mês de maio passou de 20,7% para 13,3%. O faturamento esperado era de R$4,58 bilhões e foi reduzido para R$4,30 bilhões, uma perda estimada de R$280 milhões.

A ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), afirmou que a greve afeta o trânsito de várias transportadoras e que existem produtos parados em diferentes localidades do país. Já a Fecomercio SP, estima que cerca de 50 mil varejistas virtuais foram prejudicados, o que atingiu mais de 50 milhões de consumidores no país.

Os Correios informam que, até esta segunda-feira (28), o número de encomendas entregues em todo o país foi 45% menor, comparado a um dia normal. Isso porque alguns caminhões não conseguiram chegar ao seu destino devido os bloqueios nas rodovias ou à falta de combustível.

Os produtos que já estavam nos centros de distribuição dos Correios, continuam sendo entregues normalmente. Sobre os pacotes que estavam em trânsito ou que ainda não haviam saído para entrega quando a greve dos caminhoneiros iniciou, os Correios declaram: “ainda não é possível mensurar, com precisão, o tempo necessário para regularização das entregas, pois dependerá do período que durar a paralisação”.

As encomendas com dia e hora marcados (Sedex 10, Sedex 12 e Sedex Hoje) foram suspensas temporariamente. Os demais tipos de postagem (Sedex convencional, PAC, serviço internacional, malote, carta, FAC, impresso, mala direta, Correios Entrega Direta e Remessas Econômica/Expressa) estão sendo recebidos, porém os prazos de entrega serão estendidos devido à paralisação.

Cabe ao lojista virtual ter paciência e tentar de alguma forma “amenizar” esta situação. Entre em contato e informe seus clientes sobre os possíveis atrasos – apesar de estar ciente da greve e suas consequências, o consumidor ficará mais tranquilo sabendo que você se importa com sua entrega.

Colocar mensagens no site e enviar e-mails podem ser ótimas ferramentas de apoio nessas situações. Além disso, utilize esse “tempo livre” para reestruturar e organizar sua empresa.

Não entre em pânico! Cuide com ações extravagantes, como oferecer frete grátis em todos os produtos para tentar “recuperar o prejuízo”. Se mal planejadas, essas medidas podem ter um impacto negativo no seu faturamento e piorar ainda mais a situação atual.

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