M-Commerce: tudo o que você precisa saber sobre o e-commerce mobile

M-Commerce: tudo o que você precisa saber sobre o e-commerce mobile

O nome já é comum para os profissionais do varejo online, mas ainda tem gente que não se atentou à sua importância. Sim, o M-commerce é uma nomenclatura que está em alta e pode fazer toda a diferença para o sucesso de um negócio virtual. Separamos aqui as informações iniciais mais importantes que você precisa saber para estar inteirado sobre uma tendência que se tornou o padrão para as lojas online.

O que é o M-commerce?

O termo é o acrônimo para Mobile Commerce, que, claro, se refere ao comércio eletrônico focado em dispositivos móveis como smartphones e tablets. A prática do M-commerce já foi uma tendência há alguns anos, porém, hoje, ela é um fato consolidado, onde profissionais da internet devem encará-la não apenas como “mais um suporte” para se estar, mas, sim, como uma das principais.

É possível dizer que o M-commerce se tornou mais importante com a consolidação das tecnologias de tráfego de dados como o 3G. A possibilidade de navegar mais rápido na internet através dos aparelhos móveis possibilitou aos usuários migrar o seu comportamento dos desktops e notebooks para os smartphones e tablets.

O que é preciso para estar preparado para o M-Commerce?

Ainda que o M-commerce seja uma obrigação para a sua loja virtual, isso não significa que ele pode ser simplesmente adotado, sem algumas considerações importantes. Tanto as empresas já estabelecidas no mercado, como os empreendedores que pretendem iniciar um negócio virtual, o “autoconhecimento” da empresa é essencial para se delimitar quais caminhos seguir.

Um exemplo disso é perceber como alguns negócios podem ser considerados “mobile” por natureza, como é o caso de software, bens digitais e jogos eletrônicos. O comércio desses itens está enraizado no M-commerce pela sua própria essência virtual. Entretanto, vestuário e eletrônicos, são setores que vêm se tornando mais comum ao formato ao longo dos anos.

Além do setor, o comportamento e o perfil do cliente são os pontos mais importantes para o M-commerce. Ticket médio, tipo de produto e a idade dos clientes podem ser fatores que determinem um investimento mais pesado no M-commerce, por tal suporte ser o principal meio de compras para alguns usuários.

O público mais jovem, por exemplo, tem como o smartphone o seu “meio oficial” para navegar na internet, sendo naturalmente mais comum que suas compras também aconteçam por este meio. O trabalho do varejista é entender esses pontos e saber onde seus esforços serão melhor aplicados.

Os desafios mais comuns no M-Commerce

A principal questão quando o assunto é M-commerce está relacionada à defasagem tecnológica do país. Nas propagandas das operadoras de telefonia celular, a internet 4G é uma solução funcional e que facilita a vida das pessoas, porém, na realidade, o que o usuário encontra é uma gama de smartphones (mais acessíveis) que ainda não são compatíveis com as principais tecnologias e recursos e também com uma prestação de serviço muito aquém do que é idealizado.

A velocidade de conexão 4G, no Brasil, está por volta de 7,4 Mbps. Quem viu os celulares “chegarem” no país pode até achar que é um número significativo, porém, quando se compara com os países mais desenvolvidos, é notório o abismo de diferença entre eles. Colocando ao lado da Suécia, a mesma tecnologia oferece conexões de 4G com 20 Mbps (mais que o dobro), enquanto a melhor internet móvel do mundo, disponível na Coreia do Sul, é de distantes 41 Mbps.

O que isso significa? Simplesmente, que a experiência de navegação pela internet é defasada e pode mostrar seus problemas a qualquer momento. Áreas de sombra, oscilação de conexão e até mesmo o alto custo da internet móvel são fatores que desfavorecem a pesquisa e conclusão da compra através do mobile.

Tal fato faz com que os profissionais levem em consideração a transposição do site para sua versão mobile como algo além do site responsivo e um layout adaptado, mas também da própria experiência do usuário quando na loja virtual.

App ou site responsivo: o que é melhor no M-Commerce?

A resposta para tal pergunta não é tal simples, já que ela pode ser direcionada para cada tipo de negócio:

  • O site responsivo é prático e não requer um novo desenvolvimento exclusivo, mas sim a garantia da adequação das funções, que são geralmente criadas para o formato tradicional, e depois garantir que tudo o que é usado no convencional esteja disponível na versão móvel. O custo é baixo de implementação de um site responsivo no M-commerce é o mais baixo, já que as plataformas mais sérias já contam com a feature. Veja no caso do SignaShop, que é uma plataforma completa e 100% responsivo.
  • O app é uma solução um pouco diferente, já que ele é desenvolvido exclusivamente para o seu uso mobile. Isso significa que sua interação e funcionamento são pensadas na experiência móvel. Porém, ao mesmo tempo, ele requer um projeto separado, não apenas com relação à mobilidade (celular x PC), mas sim pela diferença de sistemas operacionais e aparelhos disponível no mercado. Dentre as opções, é comumente o mais custoso.
  • Neste contexto, anda há a opção de desenvolver um site exclusivamente mobile, que é o famoso m. (M ponto), quando presente no endereço do loja virtual como subdomínio, exemplo: m.lojavirtual.com.br. A vantagem é que a empresa pode trabalhar entre o site responsivo e o mobile: foca na necessidade mobile do usuário, ao mesmo tempo em que não é um projeto tão custoso e complexo como o aplicativo.

Google e o M-Commerce

A importância do M-Commerce é sentida no mercado também pelos direcionamentos que a mais influente empresa da internet toma. Sim, quando o Google decide qual caminho seguir, ele leva junto também inúmeros serviços e empresas.

O caminho escolhido “da vez” é o chamado “mobile first”. Anunciado ainda em 2016, a iniciativa visa priorizar os sites que possuem versões otimizadas para os dispositivos móveis, quando selecionados para aparecem como resultado de busca. Trocando em miúdos, o Google entende que os sites que estão preparados para melhor aparecer (e oferecer uma melhor experiência do usuário) nos mobiles devem aparecer primeiramente como resultado de busca feitas nesses gadgets.

Um exemplo disso é o crescente uso do AMP (Accelerated Mobile Pages), onde o Google já mostra, em sua própria página de resultado de buscas, quais sites possuem tal otimização. Resumindo, se o Google está dando toda esta atenção para o M-commerce, significa que sua loja, nova ou já desenvolvida, precisa levar tal formato em conta.

Venha para o Signashop e tenha uma loja virtual de qualidade, com um investimento justo.

CRIE UMA LOJA E TESTE GRÁTIS POR 14 DIAS

Leave a Reply

Your email address will not be published.