Estudo aponta o perfil do e-commerce brasileiro em 2016

Estudo aponta o perfil do e-commerce brasileiro em 2016

Um estudo intitulado “Perfil do e-commerce Brasileiro”, realizado pela empresa BigData Corp. sob encomenda do Paypal, trouxe dados importantes sobre o cenário atual do comércio eletrônico no país. Mais de 10,5 milhões de sites foram avaliados e os resultados da pesquisa, divulgada no último dia 31, revelaram uma mudança de comportamento dos e-commerces, que mostraram-se mais atentos à questões como segurança e meios de pagamento.

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mais de 80 mil lojas físicas fecharam as portas em 2015. Em contrapartida, o número de lojas virtuais cresceu 21,52% nos últimos 12 meses. No ano passado, os sites de e-commerce representavam 2,65% do total de URLs brasileiras. Atualmente, essa porcentagem corresponde a 3,54% do universo pesquisado. De acordo com o relatório WebShoppers 2016, divulgado pela empresa E-bit, o e-commerce brasileiro continua em expansão, apresentando um crescimento médio anual de 37%.

O estudo da BigData Corp. abordou temas como segurança, meios de pagamento e a ascensão do m-commerce, trazendo resultados importantes para o e-commerce brasileiro. Em 2015, 38,09% das lojas pesquisadas ofereciam algum serviço de pagamento eletrônico. Agora, esse número é de 41,21%, o que demonstra o interesse crescente dos lojistas em oferecer, cada vez mais, métodos de pagamento seguros. Quando falamos da segurança do site, a pesquisa revelou dados surpreendentes. Ano passado, apenas 20,68% das lojas utilizavam tecnologia SSL (Secure Socket Layer), mas atualmente, essa porcentagem passou para incríveis 73,85%.

A ascensão do m-commerce

Em tempos cada vez mais tecnológicos, todos sabem da importância de possuir um site que seja responsivo. Por mais que o número de lojas virtuais tenha aumentado, somente 16,12% delas se adaptam a qualquer dispositivo móvel. Esse número é preocupante, pois o m-commerce cresce a um ritmo três vezes mais acelerado que o próprio e-commerce. “A pesquisa demonstra, de forma inequívoca, que o mercado de vendas online começou a entender que precisa se tornar protagonista. O futuro das compras no varejo está na internet, e elas acontecerão, cada vez mais, via smartphone e devices portáteis de maneira geral”, explica Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp.

Dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos e pelo PayPal, constataram que, em 2015, 13% do gasto online do mundo inteiro se deu via smartphone. Alguns segmentos, como o de moda, já registram mais de 40% de suas vendas via mobile. Em 2016, estima-se que o mercado de m-commerce irá movimentar R$27,4 bilhões. Por isso, é importante que as lojas virtuais acompanhem essa tendência, se quiserem se destacar neste cenário tão competitivo.

A importância das redes sociais

Quando falamos do perfil do e-commerce brasileiro não podemos esquecer das redes sociais. O estudo realizado pela BigData Corp. ainda revelou que, 60,71% das lojas virtuais utilizam as redes sociais para aumentar as vendas e divulgar promoções. O Facebook aparece como a ferramenta mais utilizada, com 54,96%. Ele é seguido pelo Twitter (35,87%), YouTube (20,80%) e Instagram (9,35%). Sendo assim, a influência desses canais de comunicação na decisão de compra do cliente, jamais pode ser subestimada.

Para mais informações, acesse o site da BigData Corp. e confira a pesquisa completa.

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