Por que todo mundo só fala em Marketplace?

Por que todo mundo só fala em Marketplace?

Profissionais da área de e-commerce, em diferentes momentos de seu negócio, já se depararam com o termo Marketplace. A tendência mundial do comércio virtual não é uma novidade, porém, ganhou muita força nos últimos anos e, atualmente, é mais do que uma alternativa, mas um fato para quem quer aumentar o lucro ou iniciar no varejo eletrônico.

O que é o marketplace?

Para nós, brasileiros, a melhor analogia do marketplace é o famoso shopping. Sim, o shopping com várias lojas, cinema e praça de alimentação. A comparação é válida para o marketplace porque esta é sua principal característica: uma loja virtual que na verdade oferecer produtos de diferentes lojas em apenas um site.

Este conceito traz vários benefícios tanto para os usuários, que realizam compras de diferentes tipos de produtos em apenas um lugar, como também para os lojistas, que podem disponibilizar seus produtos e serviços em sites que possuem grande volume de tráfego.

Como funciona o marketplace?

De forma resumida, uma loja virtual que esteja presente em um marketplace simplesmente disponibiliza seus produtos comercializado em “outra loja” virtual que funciona como um “agregador de lojas”.

A loja que “é um marketplace” conta com uma estrutura para abarcar diferentes lojas de diferentes segmentos. Esses ‘marketplaces’ podem ter atuações específicas, porém, muitos organizados sob formato de navegação único e também sob o seu layout. Isso significa que a loja A, quando presente no marketplace, pode não ter mais o seu layout e suas características, que passam a ser do próprio marketplace – ao mesmo tempo em que é informado para o cliente que tal produto é vendido e entregue pela mesma loja A (apesar de estar aparecendo na loja marketplace).

Em questão tecnológica, a principal característica que disponibiliza a loja virtual em um marketplace é a compatibilidade de uma loja com a outra. Essa possibilidade só acontece quando a plataforma de e-commerce permite que os produtos de uma loja sejam “enviados” para o marketplace e a integração acontece (já que os dados são sensíveis, como, mudanças de preços recorrentes, condições de pagamentos, custos de frete, estoque disponível, entre outros detalhes).

Vale ressaltar que o marketplace pode ser voltado para um nicho, como um site que agrega várias lojas de moda, perecíveis ou serviços, como também um verdadeiro shopping com diferentes segmentos, funcionando como uma grande loja virtual de departamentos (onde cada departamento pode ter várias lojas).

Quais as vantagens do marketplace?

Uma das principais vantagens de ter sua loja presente em um marketplace é a visibilidade. Assim como em um shopping físico, um cliente entra no marketplace em busca de determinado produto e pode acabar se deparando com outro. Independentemente de ser ou não uma compra por impulso, o volume de pessoas que acessam este site é geralmente grande e tornar sua loja visível pode fazer toda a diferença no sucesso do negócio.

O maior exemplo disso é nos períodos sazonais como dia das mães, Black Friday ou Natal. Nessa época, os marketplace estão sempre “com muitas pessoas” aguardando as ofertas, buscando aproveitar os melhores preços promocionais característicos desses períodos. Quem conta com uma loja pequena pode ter dificuldades para aparecer e conseguir mostrar seu produto promocional, entretanto, quem está presente no marketplace tem uma chance maior de aparecer.

Outra vantagem marcante é para quem está iniciando no negócio virtual. Isso porque o marketplace pode permitir que os produtos desta loja estejam “nas mesmas prateleiras” que outras lojas grandes já consolidadas no mercado. Além disso, alguns gastos podem ser minimizados, como a estrutura, os serviços de pagamento e algumas vezes até mesmo a logística.

Quais as desvantagens do marketplace?

Mesmo sendo uma ótima opção, o marketplace também possui desvantagens. Uma delas diz respeito ao posicionamento da marca. Quando se está presente no marketplace, o cliente final dificilmente “percebe” a loja que está realmente entregando o produto e atribui a compra à loja que exibe a plataforma.

Voltando no exemplo acima. A loja A vende calçados e possui seu próprio site, com suas próprias características, como layout e navegação. Quando a loja A anuncia seu produto no marketplace, todas essas características se perdem, sendo visível para o cliente apenas as características do próprio marketplace. Para quem deseja construir uma marca, este serviço pode aumentar o tempo de posicionamento e de percepção que o cliente viria a ter sobre a loja.

Outro ponto importante é acerca da comissão. Estar em um marketplace é um serviço e, por tal, é preciso pagar. O formato tradicional de presença neste formato é a comissão. Para cada venda realizada, é deixada uma porcentagem para a plataforma que auxiliou no processo.

Alguns serviços ainda contam com uma mensalidade, e em caso de grandes players com representatividade significante, é possível que a presença em uma marketplace só traga melhores resultados quando bem exibida no próprio marketplace, o que significa comprar espaços de mídia dentro do serviço. Este, no entanto, não deve ser considerado um ponto negativo, já que se trata de um investimento em mídia e que deve gerar retorno.

 

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